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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 755 / 2014

22/01/2014 - 07:26:00

Meio Ambiente

Áreas verdes
Um estudo de cientistas britânicos sugere que viver em uma área urbana com espaços verdes tem um impacto positivo no bem-estar mental dos habitantes de cidades. Os pesquisadores, da Universidade de Exeter, constataram que passar a morar em um local com áreas verdes gera um efeito positivo duradouro, enquanto que aumentos de salários ou promoções no trabalho, por exemplo, fornecem apenas efeitos positivos de curto prazo.Para os autores da pesquisa, os resultados mostram que o acesso a parques urbanos traz benefícios à saúde pública.Mathew White, do Centro Europeu para o Desenvolvimento e Saúde Humana da Universidade de Exeter, um dos autores da pesquisa, explicou que o estudo se baseia nas descobertas de um outro levantamento, que mostrou que as pessoas vivendo em áreas urbanas mais verdes tinham menos sinais de depressão e ansiedade.

Emissões de CO2 

As emissões do gás de efeito estufa dioxido de carbono (CO2) nos Estados Unidos aumentaram 2% em 2013, depois de ter caído por vários anos consecutivos, de acordo com relatório apresentado esta semana pelo Departamento de Energia do país. O crescimento das emissões foi provocado por um pequeno aumento no consumo de carvão pela indústria de energia norte-americana. Automóveis e fábricas dos EUA emitiram 5,38 bilhões de toneladas de dióxido de carbono em 2013. No ano anterior, 2012, as emissões de CO2  foram de 5,27 bilhões de toneladas.

Rumos da agenda ambiental

A comunidade internacional vai lidar, neste ano, com duas negociações importantes para definir os rumos da agenda ambiental. A 20ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-20) está prevista para ocorrer entre 1º e 12 de dezembro de 2014, em Lima, no Peru. Além da COP-20 haverá a 12ª reunião de cúpula da Convenção de Diversidade Biológica (CDB), que será sediada pela Coreia do Sul entre 6 e 17 de outubro de 2014.

Carne de golfinho

As autoridades de Taiwan anunciaram na terça-feira (14) a apreensão de 7,65 toneladas de carne de golfinho, uma das maiores descobertas deste tipo na ilha asiática. A polícia encontrou a carne no fim de semana durante inspeção em uma fábrica de produtos congelados em Kaohsiung, no Sul do país.Os testes confirmaram que se tratava de golfinho e, segundo o gabinete do distrito local que realizou a inspeção, a carne corresponde a 150 animais.


Baleias-piloto encalham

Treze baleias-piloto encalharam em uma praia da Nova Zelândia na terça-feira (14), de acordo com o Ministério da Conservação do país, que observa outros 50 grupos de mamíferos desta espécie que correm o mesmo risco. A ocorrência foi registrada na Baía Golden, na Ilha Sul, onde neste mês 39 baleias-pilotos tiveram que ser sacrificadas após ficarem presas em bancos de areia.

Baía no RJ

 Uma das dez espécies animais mais ameaçadas de extinção do Estado do Rio de Janeiro supera o despejo de dejetos no oceano e a pesca acidental para sobreviver na Baía de Sepetiba, nos mares de Itacuruçá, distrito de Mangaratiba, Costa Verde fluminense. Ali, os botos cinzas, uma espécie de golfinho, formam a maior concentração deste tipo de mamífero das Américas Latina e Central, segundo a ONG Instituto Boto Cinza (IBC), embora a mortandade não natural chegue ao dobro do número aceitável — com cerca de 30 animais por ano.


5-Desaparecimento O desaparecimento progressivo de grandes carnívoros, como leões, lobos ou pumas, ameaça os ecossistemas do planeta, advertiu uma equipe internacional de cientistas que fez um apelo para a proteção desses predadores. Mais de 75% das 31 espécies desses animais viram reduzida sua população e 17 delas estão ocupando atualmente menos da metade do território que habitavam inicialmente. Aquário na AlemanhaMergulhadores fizeram na quarta-feira (8) a contagem anual de peixes e animais marinhos do aquário de Oberhausen, na Alemanha. Eles mediram e catalogaram tartarugas marinhas, arraias e as mais variadas espécies de peixes. Ao todo, o aquário tem uma capacidade de 1,5 milhão de litros de água e mais de 1.800 animais.


Substâncias tóxicas

O Greenpeace afirmou na terça-feira (14) em Pequim, na China, que detectou produtos químicos perigosos em roupas infantis comercializadas por grandes marcas, incluindo Disney, Burberry e Adidas. A organização de proteção do meio ambiente, explicou em um comunicado que ao analisar 82 produtos de 12 marcas encontrou em todos eles produtos químicos prejudiciais à saúde. Entre as marcas analisadas estão Nike, American Apparel, C&A e Gap.

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