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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 755 / 2014

21/01/2014 - 08:16:00

Sururu

Alagoas é uma festa

Da Redação

“Bota uma banda de música na rua que o povo vai pra guerra pensando estar indo para uma festa.” A frase é antiga, mas não perde a atualidade, principalmente nesta época de começo de ano em que o calendário marca outubro como mês de eleições importantes pela escolha dos governantes do país e dos estados. Ou seja, no Executivo do presidente da República, senador, governador e deputados federal e estaduais. É um ato de importância cívica. Daí, a necessidade de o cidadão que vota ter um mínimo de consciência cívica para entender que deste seu ato dependerá o futuro do país e na abragência das famílias. É, na verdade, uma oportunidade do brasileiro, como eleitor, entender o seu papel cidadão para aproveitar mais essa oportunidade e entender a necessidade de separar o  joio do trigo na vida pública.  

Mesmo saco 

Eleitores dão mostras de que não vão dar importância a campanha eleitoral deste ano. Das conversas consta a falta de confiança nas propostas de mudança. Para a maioria a imagem do “político é que “são todos farinha do mesmo saco.”


Projeto político

O senador Benedito de Lira pressente que os obstáculos a seu projeto de governar Alagoas não serão fáceis de percorrer, mas não dá mostras ainda de desistir da proposta. Do mesmo modo começa a se conscientizar também que ter apoio dos Martírios é acreditar em contos de fadas.


Argumentos
De Benedito de Lira no jornal Gazeta, edição da quarta-feira-15 como sustentação a sua candidatura: ”O PP tem um projeto político para Alagoas, tem um histórico de trabalho em todos os municípios do estado, inclusive conseguindo recursos importantes para a administração da capital.”  Não surpreenderá ele oficializar a candidatura nesta nova semana.


Pesar
Guy Calheiros Gomes de Barros faleceu na semana passada, com a missa de sétimo dia ocorrida na quarta-feira na Igreja dos Capuchinhos.  Da equipe do Jornal Extra, que ele participava como colaborador, fica a saudade.


Conciliação
Como o ano é de eleições não surpreenderá  os comentários revelando uma aproximação de grupos com conivência até recente no estilo “gato/cachorro.” Uma atração natural montada pelo hábito de encenar preocupação com a falta de bem-estar do povo.

Advertência

Está insistente, por isso cansativo, o comercial  na TV do governo de Teotonio Vilela. São cenas repetitivas (muda somente o personagem secundário) sobre a série de obras no interior do Estado. Mas o telespectador prefere Setton Netto cantando.


Orçamento
O alagoano, em especial o maceioense, tem interesse em ver divulgado a distribuição dos orçamentos tanto do governo do Estado como os municipais. Uma questão que tem a ver om o fato do ano ser de eleições.


Três macacos

Caiu na rotina a divulgação de denúncias transpirando irregulariidades nas administrações públicas, governo federal principalmente. Algo, segundo eleitores, natural diante da época e a insistência do eleitor em votar no azul ou no vermelho. Uma referência a polarização entre PT e o PSDB. Hoje, o histórico PMDB figura no quadro político nacional como mero coadjuvante.


Campanha

Pois é, corre entre eleitores comentários puxando como curiosidade saber o que os candidatos vão prometer de projetos para Alagoas na campanha das eleições deste ano. Para veteranos no ato de votar, na enganação não vale insistir na demagógica conversa constando  como tema as falsas melhorias ocorridas nos últimos anos. Isso, óbvio, na abandonada Alagoas.


Caso perdido

Acreditar em solução para o problema do tráfego de veículos pela Fernandes Lima é dá murro em ponta de faca. Observação é de motoristas residentes na região do Tabuleiro e do Farol, cansados das conversas sem que se apresentem ações no quesito execução das propostas. É problema  que as autoridades empurram  com a barriga há anos.”

Desgaste

O senador Benedito de Lira tem a pré-candidatura ao governo analisada como em queda. O argumento é de políticos com análise de que “foi lançada muito cedo.”


Cordeiros

Na Câmara Municipal de Maceió conduta dos vereadores é tocada no ritmo imposto pelo prefeito Rui Palmeira. E pelo que falam oposição na Casa praticamente não existe.  


Boca fechada

“O cabra para falar de Palmeira dos Índios só indo até lá para conhecer o seu progresso.” Observação de Geraldo Ribeiro foi em rebate a críticas de pessoas alheias ao dia a dia do município.


Mais atenção

Na Praça dos Palmares (Centro) o comércio é disciplinado e o consumidor prestigia. Destoante apenas som alto das bancas e ambulantes vendendo CDs. Um deles, suspeito de ser protegido, diz que “silêncio só no cemitério. Vende CD religioso. 


Abuso

Um policial militar na terça-feira- 13- tentou forçar  o “abuso de poder” para impedir cidadão civil de ter acesso ao setor reservado aos visitantes para assistir a sessão. Ele até ameaçava os insistentes de prisão. Pode?


Esperança

“As eleições de outubro deverão servir como termômetro para entender, no Estado, a consciência cívica do eleitor.”   Afirmação foi dita com motivação no hábito do eleitor de votar mais por obrigação e menos espírito cívico.


Candidato

Começa aparecer Alagoas  afora político com anos de aposentadoria falando em ser candidato a deputado estadual. “No palanque vai ser o sujo falando do mal lavado,” comentou um eleitor. 


Desabafo

“Presenciei um assaltante driblando policiais, inclusive, passando na frente do meu carro. Tudo isso em fase da dificuldade de um deles, obeso, entrar na viatura. Um horror.” Episódio foi postado no facebook da advogada Mercli Guimarães.

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