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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 754 / 2014

14/01/2014 - 15:52:00

Meio Ambiente

Desastres naturais

O custo total das catástrofes naturais em 2013 foi de US$ 125 bilhões, uma soma considerada moderada se comparada aos anos anteriores, de acordo com estudo publicado na terça-feira (7) pela companhia de seguros Muniche Re.Nos últimos dez anos, as catástrofes naturais provocaram em média danos de  US$ 184 bilhões no mundo, indicou o comunicado da empresa. Em 2013, as companhias de seguros cobriram US$ 31 bilhões, abaixo da média dos últimos dez anos, que foi de US$ 56 bilhões.No total, foram registradas 880 catástrofes naturais no ano passado que provocaram a morte de 20.000 pessoas, mais que em 2012. No entanto, o montante é menor que a média dos últimos 10 anos, que é de 106.000 mortos, aponta o relatório.

Área dos Awá

Forças nacionais de segurança realizaram na segunda-feira (6) uma operação para notificar moradores não índios que vivem no Território indígena Awá-Guajá, no Maranhão, e pedir sua saída voluntária da área protegida em até 40 dias, em cumprimento à decisão judicial expedida em dezembro.O objetivo da Justiça  foi de conter o desmatamento na região, que segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) já afetou 34% do território indígena, com perímetro de 1.700 km² (área pouco maior que o território da cidade de São Paulo), e ameaça a proteção da etnia, considerada por organizações ambientais como uma das mais ameaçadas.Mudança climáticaA forte onda de frio que tem castigado a América do Norte é resultado de um “desvio” do ar do Ártico para o sul e as mudanças climáticas podem ser a causa deste evento incomum, afirmou um especialista na segunda-feira (6). O ar do Ártico costuma ficar confinado no topo do mundo devido a um potente vento circular chamado vórtice polar, explicou Dim Coumou, cientista sênior do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), perto de Berlim.


Papagaios-de-peito-roxo 

O projeto de reintrodução do papagaio-de-peito-roxo no Oeste de Santa Catarina comemorou o aniversário de três anos da primeira soltura de aves na segunda-feira (6). Desde 2010, a espécie está sendo reintroduzida na mata. A ave é uma espécie natural da região, mas há 20 anos não era mais vista no local. “O objetivo geral do projeto é estabelecer uma população viável a longo prazo, o que faria com que as solturas não fossem mais necessárias”, explica a Doutora Vanessa Kanaan, diretora técnica do Espaço Silvestre-Instituto Carijós, responsável pelo projeto.

Rumos da agenda ambiental

A comunidade internacional vai lidar, neste ano, com duas negociações importantes para definir os rumos da agenda ambiental. A 20ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-20) está prevista para ocorrer entre 1º e 12 de dezembro de 2014, em Lima, no Peru. Além da COP-20 haverá a 12ª reunião de cúpula da Convenção de Diversidade Biológica (CDB), que será sediada pela Coreia do Sul entre 6 e 17 de outubro de 2014.

Gasolina menos poluente

O meio ambiente recebe, desde 1º de janeiro, menos gases poluentes oriundos da queima de combustível fóssil. A Petrobras iniciou o ano disponibilizando gasolina com baixo teor de enxofre, atendendo a exigência da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O novo produto, chamado de gasolina S-50, por ter 50 miligramas (mg) de enxofre por quilo (kg), possui um teor 94% menor da substância, considerada extremamente poluente. O limite de enxofre na gasolina era de 800 mg/kg mas a Petrobras ofereceu, no ano passado, o combustível com 225 mg/kg.

16 espécies de vespas

Cientistas espanhóis descobriram 16 espécies de vespas nativas da região neártica – que compreende a América do Norte e a Groenlândia – e descreveram outras sete, com imagens e ilustrações. Os resultados foram publicados na edição de janeiro dos Anais da Sociedade Entomológica da América.

Caça comercial de baleias 

Imagens divulgadas pela organização não-governamental Sea Shepherd mostram três baleias-de-minke (Balaenoptera acutorostrata) mortas no convés do navio japonês Nisshin Maru, que, segundo a ONG, viaja pelo Oceano Antártico e pesca mamíferos aquáticos de forma ilegal.O braço australiano da ONG Sea Shepherd informou que conversou com cinco navios pesqueiros do Japão que circulam pela região da Antártica e confirmou evidências de que apenas um estaria matando animais. O Japão tem permissão para caçar baleias para fins científicos graças à uma exceção na lei que proíbe essa prática, que vale desde 1986.

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