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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 754 / 2014

14/01/2014 - 09:12:00

Sururu

Alagoas é uma festa

Da Redação

O Estado não sai das manchetes negativas da imprensa brasileira há muitos anos. Agora é destaque no livro “OS BEN$ QUE OS POLITICOS FAZEM”, do jornalista Chico de Gois – uma crítica ao enriquecimento ilícito desses políticos. O senador Biu de Lira e seu filho Arthur foram agraciados com 15 das 25 páginas dedicadas às falcatruas praticadas por políticos alagoanos. O livro do jornalista Chico de Góis também não esqueceu de JHC, herdeiro político de João Caldas.  O jovem deputado que abalou as estruturas podres do Legislativo estadual é citado como dono de uma fortuna de R$ 1,5 milhão, superando o próprio pai, João Caldas.No livro, Chico de Gois faz uma radiografia da história alagoana, desde o canibalismo dos caetés aos dias de hoje. O jornalista conclui que o canibalismo atual “não é feito por índios selvagens, mas por poderosos”, como Biu de Lira, seu filho Arthur e tantos outros... 

Laranja-mor

José Albérico Azevedo, secretário de Obras de Marechal Deodoro, está na mira do Ministério Público, que investiga possíveis desvios de recursos no município. Albérico é irmão de Washington Azevedo, que é dono de cartório e seria “laranja” de um desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas. É esperar para ver. 


Espertalhão

Na ânsia de engordar sua conta bancária, um prefeito da zona da Mata alagoana arrendou um posto de combustíveis e deu de presente ao filho. Detalhe: o principal cliente do negócio é a Prefeitura. 


Espertalhão

2 Conhecido pela gula ao dinheiro público, o espertalhão também exige 10% de todos os recursos que entram no caixa do município. Para calar a Câmara Municipal, paga um “mensalinho” de R$ 5 mil para todos os vereadores. Uma pista: o sujeito é louco por bola. Em todos os sentidos.


Precaução

“É regra para uma convivência sadia respeitar direitos dos traba-lhadores.” A frase, de um servidor da Assembleia Legislativa,  condena como antigo o alheamento dos deputados para com o pessoal efetivo.  Aliás, no quadro de estáveis o número oficial não é mais que 800. “A extravagância é por conta dos comissionados,” dizem lideres da  para-lisação recente.


Violência

A violência no Brasil ocupa a liderança na audiência das emissoras de rádio e da televisão. É comum levando em conta a precariedade da polícia no combate aos bandidos e  cumplicidade política pelo alheamento a revisão do Código Penal. Até parece que o Planalto e o Congresso Nacional são cúmplices. 

Efeito positivo

O deputado Fernando Toledo  mal retornou à presidência da Assembleia Legislativa  e o diálogo com o Governo deu mostras de efeito positivo em pró das reivindicações (justas por sinal) dos servidores  do Legislativo. Só lembrando: Toledo e Teotônio são tucanos e usineiros. 


Reforma

Em Brasília as atenções dos políticos se voltam para a propalada reforma ministerial. É uma decisão que o Planalto não vai insistir em “empurrar com a barriga” vez que o período entra em contagem regressiva para as eleições. É uma dessas questões que já não pode demorar na fritura sem risco de “queimar.”


Sob tensão

Aliados do governador Eduardo Campos dão mostras de impaciência e têm motivo: a indecisão sobre quem ele vai apoiar para o governo de Pernambuco. Outro item que também  motiva tensão entre os socialistas pernambucanos  tem a ver com o caso de os tucano elegendo o presidente da República como eles ficam até 2018?


Tempo ao tempo

Aliados do governador não escondem a decepção com a desistência de Vilela para disputar o Senado.  Demonstram a insatisfação pela necessidade de refazer planos para outubro, a maioria, contudo, ainda sem entrar em detalhes. Estão optando por dar tempo ao tempo, mas não surpreenderá se alguns pularem para o barco peemedebista do senador Renan Calheiros. 

Vai vingar?

Revista do Sul, de circulação nacional, divulgou recente nota com proposta  para a futura legislatura, a partir de 2015. Por ela, apartamentos disponíveis para senadores  em Brasília tenham metragem de 95 metros quadrados, no caso a metade dos que eles ocupam atualmente.  Mas será que a ideia vinga?


Imóveis: maior alta

A The Economist, revista britânica, divulgou na edição mais recente o Brasil com a segunda maior alta de preços no mercado de imóveis entre 23 países analisados.  Fica na frente só dos Estados Unidos, mas com um senão: lá o aumento foi de 13,6% mas os preços estão até hoje com 20%  abaixo do  pico de mercado, isso relativo a 2006.  

 
Hora do lanche

1 - A partir deste novo período legislativo os senadores introduziram nos seus hábitos o direito a lanche opções. Do cardápio:  biscoitos, sucos, leite integral, em pó, pão de forma, torradas, presunto, manteiga, 600 quilos de queijo mussarela e 500 unidades de requeijão cremoso. A curiosidade do eleitor ficou, contudo, para saber o custo mensal da “merenda.” 


2 – “Trata a presente  aquisição de gêneros alimentícios, para uso diário,  comprometido com o bom desempenho das atividades  do plenário do Senado Federal.  Foi esta a justificativa para apresentação e aprovação do projeto. Dúvida é se o lanchinho será estendido aos servidores e terá acompanhamento de uma nutricionista.  

Decisão

Gustavo Feijó, presidente da Federação Alagoana de Futebol e prefeito de Boca da Mata tem como decisão tomada sair candidato a deputado federal. Ele usa o telefone para anunciar a decisão, tomada após uma conversa com o senador Renan Calheiros. 

Alagoas de luto

Oscar Fontes Lima, médico, deputadoe estadual em quatro mandatos, um deles ocupando a presidência, ex-presidente  e membro do Conselho Deliberativo do CRB, faleceu quarta-feira, pela manhã em uma clínica de São Paulo, onde havia passado por uma cirurgia na segunda-feira. O sepultamento ocorreu  às 17 horas da quinta-feira no Parque das Flores, em Maceió.

Exploração

Quem frequenta a Praia do Gunga, na Barra de São Miguel, reclama do preço abusivo cobrado por donos de barracas. De acordo com o desabafo de quem foi vítima do abuso, consta a cobrança de uma taxa de R$ 40,00 pela ocupação da mesa e cobrando R$ 40,00 por uma cerveja, mesmo sem que a marca tenha tradição no mercado. 

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