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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 753 / 2014

08/01/2014 - 09:16:00

Gabriel Mousinho

Dúvidas para 2014

A presença do senador Renan Calheiros no almoço da oposição no final do ano passado foi sob pressão. Calheiros não queria ir ao encontro, pois diverge, pelo menos nos bastidores, dos nomes apresentados para disputar as eleições deste ano.Relutou em comparecer, mas insistiram tanto que ele apareceu de última hora, optando para deixar a bola, ou a fala, com Renan Filho.

Collor, Ronaldo Lessa e Cícero Almeida queriam de Renan um comprometimento maior, mas nada, além do trivial, saiu da boca do atual presidente do Congresso Nacional.O senador Renan Calheiros não fala publicamente, mas confidencia que o palanque é pesado demais, com a presença de Fernando Collor e Ronaldo Lessa, além da participação de Cícero Ferro, Antônio Albuquerque e Francisco Tenório.

O que Renan deseja é uma ampla coligação com nomes para as eleições majoritárias escolhidos por ele mesmo, o que parece, pelo menos até agora, impossível de acontecer, sob pena de um racha da oposição.Como ainda temos basicamente três meses para que a oposição costure um nome ou nomes que agradem a todos, muita água vai correr por baixo da ponte. Se sobreviver até o final de março o Chapão pode emplacar. Ou não.

Demonstração

Ao insistir para que o senador Renan Calheiros fosse ao almoço, os integrantes do Chapão mostraram força. Pelo menos no momento. Só não conseguiram maior comprometimento do presidente do Congresso. Renan não quer problemas com Fernando Collor, mas o seu nome preferido para o Senado seria o de Luciano Barbosa, ex-prefeito de Arapiraca.


Collor é contra

A substituição de Renan pelo por Renan Filho para disputar o governo do Estado, não é bem vista por  integrantes do Chapão. O senador Collor, por sinal, avalia que Renanzinho não teria peso suficiente para puxar o bloco, o que poderia entornar o caldo. Com Renan a coisa seria diferente, dizem amigos. DesconfiançaNo Chapão, como das outras vezes, ninguém confia em ninguém. Seus integrantes querem é se salvar e na hora H será cada um por si. Muitos temem ficar com a batata quente na mão e perder a oportunidade de se eleger.


Preferência

Os nomes do ex-prefeito Cícero Almeida e do ex-governador Ronaldo Lessa são citados como grandes candidatos a vice, mas o nome do titular Renan Calheiros não abre mão. O projeto de vice não tem agradado nem a um, nem a outro.


Cruz credo

O ex-governador Ronaldo Lessa rechaça qualquer possibilidade de ser um plano B para o governo do Estado através do Chapão. Quer mesmo é sair candidato a deputado federal. Lessa teme que, se perder mais uma eleição, será difícil voltar à vida pública..


Preocupação

O ex-prefeito de Coruripe e candidato a deputado federal, Marx Beltrão, fez uma revelação preocupante na semana passada. Disse que não sabe fazer nada além de política. É de preocupar. Qual o futuro desse rapaz se perder as eleições?


Pulga na orelha

O senador Renan Calheiros vê como muita preocupação a reedição do Chapão, que terminou entornando o caldo nas últimas eleições. Ele não revela publicamente, mas acha o time pesado demais no palanque eleitoral.


Muita conversa

O senador Benedito de Lira - que disputará o governo - afirma que tem muita gente falando demais, prometendo o que não vai cumprir e anunciando o que nunca fez. Para ele, a propaganda eleitoral durante a campanha será importante para desmascarar os arautos do desenvolvimento.RepetiçãoAs reivindicações dos militares sempre acontecem exatamente nos meses onde exigem maior presença da força pública. É no Natal e Ano Novo e no carnaval. A pressão acha alguns integrantes da PM, é mais forte nesses períodos.


Trabalho de Arthur

O trabalho feito pelo deputado Arthur Lira nos últimos dois anos e reconhecido pela revista Veja como um dos mais atuantes na Câmara Federal deve levá-lo a uma reeleição onde deverá disputar o primeiro lugar entre os candidatos. Lira tem ampliado muito suas bases nos últimos meses.


Esgotando

Faltam apenas três meses para que o governador Téo Vilela decida se será ou não candidato ao Senado. A expectativa é geral, principalmente por parte do grupo que apóia a reeleição do senador Fernando Collor.


Mudanças

Talvez ainda em janeiro o governador Téo Vilela faça mudanças no seu secretariado, decidindo quem sai para se candidatar nas eleições deste ano. Até o secretário Luiz Otávio poderá ser a grande surpresa política. Álvaro Machado e Marco Fireman poderiam também disputar as eleições proporcionais. 


Mais casas

O senador Benedito de Lira termina o ano de 2013 conseguindo quase um bilhão de reais para a construção de casas populares na capital e no interior. Os recursos foram conseguidos ao apagar das luzes no Ministério das Cidades.


Movimentação

Os candidatos ao governo vão enfiar o pé no acelerador a partir do final de janeiro. As articulações vão de vento em popa.
CompromissoEmbora o deputado Dudu Holanda, PSD, tenha afirmado ultimamente que existe possibilidade do partido fazer parte do Chapão, o deputado federal João Lyra já decidiu: vai marchar com Benedito de Lira e Téo Vilela nas próximas eleições.


Situação ruim

A Assembléia Legislativa termina o ano em grandes dificuldades, principalmente sendo alvo de denúncias até dos próprios servidores. Não teve orçamento para pagar o restante dos salários e a justiça proibiu qualquer repasse pelo governo do Estado. A antiga Mesa Diretora, afastada, deve voltar na próxima semana. 


Acabou a quota

Conversas em gabinetes em Brasília dão conta de que a quota do senador Renan Calheiros com o ex-governador Ronaldo Lessa acabou. Agora, o ex-governador vai ter que rebolar para tocar a campanha sozinho. 

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