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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 752 / 2013

31/12/2013 - 08:56:00

Gabriel Mousinho

Indefinições políticas

O ano de 2014 começa já, já, mas com muitas indefinições políticas.No café da manhã oferecido pelo senador Renan Calheiros, no início da semana, ficou bem claro de que o seu candidato preferido ao governo do Estado é mesmo o senador Renan Calheiros. Collor, naquele momento, digeriu bem o nome de Renan Filho, mas fez logo uma ressalva de que é necessário, se isso acontecer, uma costura política bem mais profunda, já que ninguém é candidato de si próprio.

O ex-presidente quis dizer com isso, de Renan pai é a unanimidade na oposição, mas o mesmo não ocorre com o Renan Filho.Na verdade as composições políticas levam a crer que Renan Filho será o candidato a governador, mas com certeza o Renan pai terá que sacrificar alguns correligionários, a exemplo de Luciano Barbosa, para que o grupo se mantenha unido e nisso se inclui aí Fernando Collor de Mello.

Faltando apenas três meses para se bater o martelo, o cenário majoritário vai se definindo, esperando-se apenas que o governador Téo Vilela se decida a qual rumo vai tomar nas eleições do próximo ano.Quanto a Collor seu melhor caminho será o da reeleição. A princípio enfrentaria Heloísa Helena, enquanto outro nome com reais chances de vitória não aparece no cenário político alagoano.

O alvo

Enquanto o governador Téo Vilela não decidir o seu destino político em 2014 será o alvo principal do senador Fernando Collor. O ex-presidente não perde tempo em provocá-lo, ou seja, pressionado para ele definir o que fará no próximo ano. Se for candidato ao Senado Téo continuará seno o alvo colorido. Se não for, aos poucos com certeza começará a ser esquecido até iniciar no rádio e na televisão o guia eleitoral.


Muita conversa

Se o senador Renan Calheiros não for mesmo candidato ao governo, com certeza vai dar muito trabalho a oposição de se ligar em outro candidato, até mesmo se for o deputado Renan Filho. Os partidos querem um candidato que agregue e agrade a todos e que tenha força suficiente para levar a reboque as outras candidaturas, inclusive nas eleições proporcionais.

Só em abril

A situação do vice-governador José Thomaz Nonô é a mesma com a indefinição de Téo Vilela. Só que agora o vice já disse que não será candidato a deputado federal. Se Téo disputar a única vaga do Senado Nonô sentará na sua cadeira e governará Alagoas por alguns meses. Se não, seu destino político será um mistério.


Chapão de volta

Uma coisa que não deu certo em épocas passadas, agora está sendo reeditado. Voltou o conhecido Chapão o que a oposição diz como uma grande força política em Alagoas. Para quem conhece seus integrantes resta saber se essa turma toda estará unida até as eleições.


Base aliada

Enquanto a oposição se movimenta nos bastidores para definir o grupo que marchará unida nas eleições de 2014, a base aliada do governo tucano praticamente escalou o senador Benedito de Lira como o candidato ideal para a sucessão de Vilela. Além do PP e do PSDB, Lira ainda vai contar com o Solidariedade, o PSD de João Lyra e até mesmo o DEM do vice José Thomaz Nonô. Outros partidos também deverão participar da base aliada.


Oposição

O senador Fernando Collor tem certeza de que o PMDB, o PTB, o PDT e o PRTB estarão juntos em 2014. Falta apenas escalar o time principal para as eleições, excluindo-se a candidatura ao Senado que será dele mesmo.


Sem preocupação

Aliados do governador Téo Vilela comentam que não estão nem um pouco preocupados com os ataques de Collor ao governo. Para eles isso é desespero e tudo tem seu tempo para ser devidamente esclarecido.


Alto lá

O prefeito Rui Palmeira meteu o pé no freio e disse não ao pedido de aumentar mais dois milhões e meio no orçamento da Câmara de Vereadores. Não ficou satisfeito com as argumentações do poder legislativo municipal.


Disputa

A disputa para quem tem maior rejeição junto ao eleitorado já começou no Estado. Principalmente para os candidatos às eleições majoritárias. Tem deles que já ultrapassou os quatro dígitos.

Fim melancólico

Se não fossem as medidas moralizadoras tomadas pelo procurador-geral Fábio Ferrario, certamente a Assembleia Legislativa teria terminado o ano de forma degradante, o que, convenhamos, não deixa de ser. Que no ano de 2014 a Mesa Diretora dê um choque de gestão, acabando mais privilégios, honrando compromissos com os servidores que realmente trabalham e que respeite o povo alagoano.


Aperto

A Assembleia Legislativa vai sofrer para colocar as contas em dia. O governo do Estado terá dificuldades de fazer aporte de mais recursos para pagamento de pessoal em função do fechamento, na semana passada, do Siafen.

Fazendo mal

Os elementos que espalham boatos nas redes sociais sobre falsos arrastões, assaltos, assassinatos e roubos de carros, estão fazendo mal a eles próprios e a Alagoas como um todo. Maceió não pode nem deve ser exposta de maneira irresponsável aos olhos dos turistas que nos procuram.


Desencontro

O ano de 2013 não foi lá essas coisas para a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Maceió. Os desencontros foram constantes e é visível um racha interno. O presidente Chico Filho vai tentar, em 2014, remendar o que foi costurado errado.

Prudência

O deputado federal Paulão participou do almoço da oposição, mas preferiu não colocar o carro na frente dos bois. Afinal de contas faltava um importante componente: o senador Benedito de Lira, da base aliada da presidente Dilma Rousseff.


A conversa é outra

Setores do governo afirmam que no momento oportuno a verdade sobre as críticas que vem recebendo serão desmistificadas. Para eles as agressões não merecem ser respondidas.


Avaliação

O deputado federal Arthur Lira foi considerado numa pesquisa da Editora Abril, na semana passada, através da revista Veja, como um dos parlamentares mais atuantes na Câmara. Ficou com nota 7 e na 19ª colocação. Arthur, no seu primeiro mandato, foi líder da bancada do PP, partido da base aliada da presidente Dilma.


Oba-oba

O senador Benedito de Lira diz que a oposição só faz oba-oba, mas não mostra serviço. Para ele o povo sabe quem trabalha por Alagoas, mostra resultados. Segundo Biu, o governo do Estado trabalhou muito na questão financeira e empresarial. Alagoas nunca produziu tanto emprego e renda como agora, revelou.

Assim não dá

Estão mentindo exageradamente para a população. Esta declaração foi feita pelo senador Benedito de Lira ao analisar seus adversários nas próximas eleições. Lira diz que faz as coisas e outros pegam bigu.

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