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José Mauricio Brêda
Opinião

José Mauricio Brêda

Por José Mauricio Brêda
OPINIÃO

Haverá de ser feito

20/07/2020 13h01

Há poucos dias compartilhei postagem no Facebook onde dizia que Benedita da Silva fora ministra da Educação sem nenhum atributo para tal cargo. Isso motivado pelas exigências da esquerda para a escolha de ministros pelo presidente Bolsonaro. Logo recebi mensagem de amigo avisando que Benedita não fora da Educação e sim de um outro ministério. Respondi que era difícil saber quais ministros de Lula ocupavam quais ministérios, uma vez que, em seus dois governos, dispôs, nada mais, nada menos, de 104 ministros.

Porém, puxando pela cuca, lembro perfeitamente de um deles, da Cultura, que não tinha o menor potencial para desempenhar tal função: Gilberto Gil. Sua bagagem cultural se resume a cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e partícipe da trupe que roía a Rouanet. E, pasmem, chegou a ser, por indicação petista, embaixador da ONU para a Agricultura e a Alimentação. A planta que ele gosta, parece-me, não é comestível. 

Loucura total. Sou do tempo em que secretários de Estado ou ministros eram escolhidos de acordo com o ramo de suas atividades e os principais eram os da Educação, Saúde e Segurança. Os candidatos aos cargos eletivos já tinham suas listas de assessores no bolso do colete antes mesmo das eleições e sempre eram compostas por pessoas conhecidas da maioria da população esclarecida. Evidente que eram aliados políticos, mas não era só esse atributo que lhes valia. Com o tempo, as coisas foram mudando de tal forma que, até gestões passadas, mais valia a indicação de um chefe político que qualquer outra coisa.

A ocupação de um ministério estritamente militar por um civil foi uma das maiores estratégias da esquerda. E quando se quer mudar essa atual regra de indicação, que só proporciona o aparelhamento político partidário ideológico da máquina administrativa, começa a histérica gritaria da esquerda. 

Seus sonhos de eterno poder estão se esvaindo. Vai ser difícil o desmonte, pois inicia-se na educação de nossos filhos e netos, com a pregação ideológica de esquerda nas escolas e universidades, indo até a Suprema Corte de Justiça, onde seus ocupantes, antes de terem notável saber jurídico e reputação ilibada, estão, na sua maioria, comprometidos com aqueles que lhes fizeram o favor de ali os colocarem. 

Eram advogados de partido, esposo de amiga da primeira dama, defensor de organização criminosa, sem falar no decano, que foi desmoralizado por telefone pelo seu padrinho de indicação, com a pecha de “juiz de merda”, em pleno exercício de seu supremo cargo ministerial. 

Sabemos que vai ser difícil.
Mas haverá de ser feito.

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