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José Mauricio Brêda
Opinião

José Mauricio Brêda

Por José Mauricio Brêda
OPINIÃO

Medo do cárcere.

30/04/2020 13h01

Fica difícil entender certo tipo de políticos. Às vezes tento compará-los a reles condenados que, quando ganham a liberdade após o cumprimento de penas imputadas, voltam céleres para o mundo do crime. Isso acontece com 90% dos ladrões e traficantes comuns. Se acabaram de cumprir penas, foi porque foram pegos nos seus mal feitos. E, mesmo assim, retornam a delinquir. Deveriam, também, servir de exemplo para todos aqueles que souberam de tal. Mas não podemos nos esquecer que os políticos lá estão por determinação nossa. Com raras e boas exceções, nós os escolhemos para nos roubar. 

Exatamente quando premimos o dedo na urna eletrônica votando nesses cidadãos para legislar ou gerenciar nossos municípios, estados ou nação. 

Com o advento da pandemia foram infectados muitos desses políticos. Mas não foi com o Coronavírus. Alguns, aproveitando-se de regras de exceção para compras sem licitação, estão passando o rodo no erário sem o menor pudor, mesmo sendo conhecedores dos inúmeros casos de condenação pelo mesmo crime. O descaramento é tamanho que o programa “Pingo nos Is”, da Rádio Jovem Pan, já está denominando de Covidão o que seria um novo Mensalão ou tantos casos policiais do mesmo calibre. 

Outros, com a hipocrisia que os caracteriza, após algum tempo afastados, retornaram às redes sociais para, mais uma vez, tentar iludir a população, passando uma preocupação com a pandemia que nos atinge. O único objetivo desses abutres é o poder para implantar uma ditadura de esquerda. Preocupação que não tiveram, nem têm, onde sua mão forte impera: como Cuba e Venezuela. Apenas para citar duas. Não importa quão combalido ficar o País, contanto que lhes dê a chance de pôr as mãos, de novo, em nossa economia. 

Sabemos que, o que leva a tudo isso, é uma nova maneira de governar, onde não se permite o troca-troca de cargos e favores entre essa classe. Perderam as boquinhas e juntam-se para tentar destruir o que estiver pela frente para tomar o poder. E nessa hora não têm pudor nem ideologia. Contanto que lhes sobre alguma carniça para prover seus insaciáveis apetites e, mais que tudo, tentem se livrar de processos que os enviarão, inevitavelmente, ao cárcere para fazer companhia a tantos outros do mesmo quilate.

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