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José Firmino Oliveira
Opinião

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Por José Firmino Oliveira
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Servidor aposentado: invisível aos olhos dos gestores

23/02/2021 17h05 - Atualizado em 24/02/2021 11h11

Governador Renan castiga aposentados com desconto de 14% nos seus ganhos.
ArquivoGovernador Renan castiga aposentados com desconto de 14% nos seus ganhos.

Os gestores públicos brasileiros, municipais e estaduais, respeitando-se as poucas exceções existentes, têm elegido o servidor público como seu principal alvo de ataque, durante os exercícios dos seus mandatos.

Ao longo do tempo, gestores inescrupulosos têm contratado de forma precária servidores, cuja contratação não passa de moeda de troca por votos nos períodos eleitorais. Centenas e milhas deles têm sofrido com essa prática criminosa, pois logo após o pleito eleitoral correspondente têm sido, sumariamente, demitidos sem receber qualquer direito.

Quanto aos servidores efetivos, os que não podem ser demitidos e nem podem ser obrigados a votar no gestor do dia ou no candidato da sua preferência, são tratados com desprezo e não recebem reconhecimento pelo seu trabalho, em geral, importante para o ente público e para o seu povo.

O desprezo dos prefeitos e governadores para com os servidores públicos, acentua-se quando eles se aposentam. A partir daí os gestores adicionam ao seu desprezo uma boa dosagem de crueldade, na medida em que, para esses gestores, os aposentados se constituem num pesado fardo financeiro, ignorando o esforço, a dedicação e o zelo que esses abnegados servidores dedicaram ao serviço público, durante toda sua vida laboral.

Em Alagoas, além do achatamento constante dos vencimentos dos aposentados, o Governador Renan Filho (MDB), resolveu usar um pouco de crueldade para punir os servidores públicos, aplicando-lhes uma alíquota de 14%, a título de contribuição previdenciária, que vem sendo descontada dos seus vencimentos desde o ano passado.

Em Arapiraca, o Prefeito Luciano Barbosa (MDB), recebeu sugestão para criar uma comissão permanente para analisar, caso a caso, a situação dos servidores públicos aposentados, visando detectar eventuais erros e distorções, como o caso de servidores aposentados como diretor de órgão público, com gratificação de R$ 8,00 incorporada aos seus vencimentos e que nunca foi atualizada.

Tem-se, portanto, que a situação funcional do servidor público é ruim, potencializando-se em relação aos aposentados que nunca são ouvidos pelos gestores sobre os seus pleitos, restando evidenciado que são seres invisíveis aos olhos desses gestores que fazem questão de o ignorar e ignorar os seus pleitos.

NOTAS:

Moraes a vitima que prendeu seu eventual agressor.

DEPUTADO SILVEIRA: Preso pela sua suposta vítima
Não vou aqui falar sobre os erros técnicos e os acertos da prisão do Deputado Federal Daniel Silveira, do PSL do Rio de Janeiro, pelo Ministro Alexandre de Moraes do STF, visto que, muito já se falou sobre isso. Certamente, que Silveira se excedeu em tudo o que disse e ele próprio, em vídeo, reconheceu o seu excesso, pediu desculpa ao ofendido e declarou o seu arrependimento.
Na verdade, para mim Silveira, além de agredir verbalmente o Ministro Alexandre de Moraes e outros Ministros, também atacou a instituição STF, dizendo, inclusive, que o Supremo de supremo não tem nada, Supremo esse que aliás não anda gozando de boa reputação.
O que eu quero registrar, enfim, é a minha estranheza pelo fato de ter sido o próprio Ministro Alexandre de Moraes, que se diz vítima dos ataques de Silveira, a autoridade que decretou sua prisão. Desta forma, a impressão que se tem é a de que a decisão de Moraes não foi um ato de jurisdição, passível de erro e acerto, foi uma reação de vingança imediata, como nas brigas de rua quando um moleque xinga o outro e esse, cheio de ódio, acerta um murro violento na cara do seu agressor.
Trocando-se em miúdos, o que se tem, nesse caso, é a suposta VÍTIMA MANDANDO PRENDER O SEU AGRESSOR, vingando-se do mesmo de forma imediata, “numa boa”, como diz e moçada por aí.

RENANZINHO: Uma cadeira no Senado

O Governador Renan Filho (MDB), a cada dia que passa está intensificando mais a sua campanha eleitoral para Senador da Republica em 2022, buscando conquistar a vaga atualmente ocupada pelo Senador Fernando Collor de Melo (PROS).
A mais recente e arrojada investida política eleitoral do Governador, foi a filiação de seis Prefeitos ao seu partido, o MDB. Foram eles os prefeitos dos municípios de Palmeira dos Índios, Júlio Cezar, que deixou PSB; Jundiá, Jorge Galvão; Marimbondo, Leopoldina Amorim e Tanque D’Arca, Will Valença, que deixaram o PSD; Poço das Trincheiras, Valmiro Gomes, que deixou o PSDB e o de Palestina, Jaime do Mercado, que deixou o Partido Republicanos.
Com o cofre cheio de dinheiro, Calheiros ameaça fazer um estrago eleitoral grande nas eleições vindouras, garantindo sua vitória para o Senado Federal, além de eleger, com folga, o seu candidato a Governador de Alagoas.

ARAPIRACA: A guarda do Luciano

Prefeito de Arapiraca Luciano Barbosa, finalmente resolveu instalar nesta cidade a sua Guarda Municipal, melhorando a proteção do patrimônio público e oferecendo à população arapiraquense uma melhor segurança, atuando como força auxiliar da segurança pública. Barbosa, na sua gestão passada, como Prefeito de Arapiraca, não era simpatizante da criação da Guarda Municipal, portanto, mudou de ideia nesta sua nova investida como Prefeito de Arapiraca e anunciou que até dezembro deste ano será posta em prática pela sua gestão uma eficiente e eficaz política de segurança pública.

Para o Estadão, Presidente da Petrobrás recebia "apenas" um salariozinho de R$ 226.000,00, por mês.

PETROBRÁS: Salário milionário

Ao demitir o principal executivo da Petrobrás, Roberto Castello Branco, o Presidente Jair Bolsonaro mencionou o alto salário recebido pelo executivo, achando-o muito excessivo e inexplicável. Foi divulgado que o salário mensal de Castello Branco era de cerca de R$ 226.000,00, o que Bolsonaro achou muito alto e criticou. O Estadão, assim como os demais grandes jornais do Rio e São Paulo, apressou-se em defender a remuneração do Presidente da estatal, que chega recebe até 13 salários por ano, e escalou para esse serviço os jornalistas Mariana Durão e Vinicius Neder que dizem, na sua prolixa matéria que o ganho de Castello é pouco e que “o presidente da Petrobrás ganhou “apenas” R$ 226 mil ao mês”. O comentário é do leitor.

CASAL: Burocracia e péssimo serviço

A CASAL, desde o início do seu funcionamento, tem prestado ao povo alagoano um serviço ruim e caro, com um atendimento burocrático, demorado e ineficiente. Em Arapiraca a reclamação é grande e, para se ter ideia, até mesmo para se conseguir uma simples segunda via da sua fatura ou um comprovante de pagamento do seu débito é difícil, diante da dificuldade que se tem para navegar no seu portal.
A tecnologia, no mundo inteiro, tem servido para facilitar a vida das pessoas, para a CASAL a coisa é diferente, ela usa a tecnologia para burocratizar o acesso às informações relacionadas as faturas mensais do seu próprio consumo e fazer raiva, muita raiva aos seus clientes.

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