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Fátima Vasconcellos
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Por Fátima Vasconcellos
OPINIÃO

Previna o suicídio e a culpa

Fátima Vasconcellos

27/09/2020 19h07

Suicídio é um problema global
DivulgaçãoSuicídio é um problema global

Mesmo sem querer, influenciamos e somos influenciados de alguma forma em nossos grupos de relacionamento. Absorvemos ou rejeitamos algum traço das pessoas com quem convivemos. Então pergunte a si mesmo: o que eu faço contribui para o bem do próximo? Nesse mês em que se aborda a prevenção do suicídio (setembro amarelo), convém refletir sobre o modo de tratar o outro. Agimos com frieza, ou calor humano? Isso faz grande diferença porque, entre outros benefícios, ajuda a despertar prazer pela vida, afastando inclusive tendência suicida.

O próprio ambiente de trabalho, que deve ser um meio de vida, nunca de morte, precisa ser acolhedor, incentivar afetividade, respeito e reconhecimento dos talentos. Empresários e líderes empreendedores não dispensam programas de valorização dos recursos humanos, o que torna suas empresas locais de preferência para se trabalhar. Muitas vezes nem pagam os mais altos salários, mas proporcionam excelente retorno emocional aos profissionais – medida salutar, afinal, é no trabalho que passamos grande parte da vida. Quanto maior a satisfação emocional, seja com a família, trabalho, religião, ou na vida como um todo, menor a taxa de suicídio. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil ocorrem cerca de 12 mil suicídios todos os anos e mais de 800 mil no mundo. Apesar de atingir todas as idades, a prevalência se dá entre os jovens de 15 a 29 anos. O índice alto torna imperativo mais investimento em educação emocional, fortalecimento do campo psicológico e espiritual das pessoas. É urgente que cada um abrace essa causa. Não espere que apenas os especialistas em desenvolvimento humano façam isso. Nossa própria postura, por si só, pode ajudar o outro a dar um salto de qualidade. Sem perceber e sem desejar, acabamos induzindo o bem, ou o oposto.

O acesso ao conteúdo transmitido gratuitamente pelas redes sociais de alguns psicólogos, psicoterapeutas e afins, entre eles especialistas em física quântica, também pode favorecer o crescimento humano, ensinar o que o sistema de educação não ensina: controle das negatividades, limpeza das más tendências, técnicas de cura quântica, lei da atração, equilíbrio energético, poder da mente, fé, caminhos de encontro com a paz, luz, bem-estar. Algumas vezes, além da omissão da escola, nem a família, nem os colegas, nem a doutrina religiosa conseguem dar suporte emocional às carências humanas. 

Muitos são os que se perdem procurando dar um sentido à vida. Subestimamos o conflito alheio, e perdemos a chance de estender a mão amiga. Vale a pergunta inicial: o que fazemos contribui para o bem das pessoas? Que o tema do setembro amarelo desperte essa inquietação em cada um de nós. Mas também não se culpe por nada. Apenas olhe para a frente. Foque somente no cultivo de boas ações. Assim se colhe alegria, e se contagia o mundo, despertando o gosto pela vida, que afinal, é nosso maior patrimônio.

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