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Por Fátima Vasconcellos
opinião

Escassez espiritual

Fátima Vasconcellos

05/09/2020 09h09

Espiritualidade nos acompanha
DivulgaçãoEspiritualidade nos acompanha

A humanidade seria livre de mais da metade dos problemas se ativasse a espiritualidade – e isso nada tem a ver com religião. Espiritualidade é aquela força interior, nata, que nos leva prazerosamente à solidariedade genuína, desprovida de interesses escusos, motivada apenas pela alegria de fazer o bem. Implica cuidar amorosamente de si mesmo, do outro, e da natureza, agindo de forma proativa em direção a prosperidade individual e coletiva. É desejar abundância em todos os aspectos da vida: do material ao emocional. 

É enxergar que o egoísmo gera estagnação, atraso, infelicidade, enfim, um emaranhado de negatividades que afundam o ser humano num poço de amargura, conflitos, melancolia, depressão ... às vezes até camuflado por pseudo conforto e euforia.

O mundo padece da falta de espiritualidade, apesar de ser fácil desenvolvê-la: é inerente a qualquer pessoa. Basta querer experimentá-la. Basta acionar o gatilho e logo aflora, se expande. Uma vez ativada, a espiritualidade só faz maravilhas por nós, pelos que vivem ao nosso redor, e até distante, muito além dos nossos olhos. É nosso fragmento essencial de energia divina, que nos conecta ao Criador - conexão que potencializa paz, evolução, plenitude de vida. 

Geralmente conhecemos muitas pessoas batizadas em diferentes religiões, mas as espirituosas são mais raras. Não é tão comum encontrar, sobretudo no ocidente. Tive a sorte de conhecer pelo menos meia dúzia, com e sem religião. É visível o diferencial nessas pessoas espiritualizadas. São envolvidas por uma sinergia de luz, exalam uma inexplicável atmosfera de leveza e bem-estar, carregam sentimentos como generosidade, perdão, compreensão. Neutralizam os ataques negativos pedindo ao Criador para que tudo seja transmutado em benção, em graça, em cura - simples assim, sem metáforas, sem fanatismo, e sem mídia. 

Os preconceitos também são abandonados, principalmente os da cultura machista, a competitividade, a falsa moral e os rótulos pejorativos, afinal, acreditam que o caminho natural do ser humano é evoluir, superar adversidades, melhorar, sair dos ‘erros’ praticados na imaturidade. O do meio ambiente, manter-se em harmonia. Ao invés de criticar, abrem o coração para ajudar o outro a vencer fragilidades, mas o faz sem ser invasivo, xereta, midiático, e super-herói, tampouco salvador de ‘almas penadas’. Sua motivação para fazer o bem é contribuir com o bem – e só.

Pessoas espirituosas manifestam empatia, se colocam no lugar do outro, evitam julgamento, favorecem a trilha da assertividade. Torcem verdadeiramente para que todos se acertem e vivam felizes. Não são perfeitos, e sim evoluídos. Reconhecem os próprios erros e lutam para ressignificá-los. O mundo seria outro se fosse habitado, predominantemente, por pessoas espiritualizadas. Na ausência disso, nada prospera. O mundo só muda se a gente mudar primeiro. Vale abraçar essa causa. O universo agradece.

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