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Por Elias Fragoso
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Façam suas apostas: últimos treinos para jogo da eleição presidencial

Elias Fragoso

21/11/2021 15h03 - Atualizado em 21/11/2021 15h03

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Agência BrasilUrna eletrônica

FAÇAM SUAS APOSTAS


As eleições presidenciais precocemente acionadas por Bolsonaro desde os primeiros dias de sua (indi) gestão que têm detonando o país de Norte a Sul e de Leste a Oeste entra agora – utilizando uma linguagem futebolística – na fase dos últimos “treinos”. Antes da seleção dos jogadores que irão se concentrar para a “partida” a ser jogada.

Os dois pretensos “atletas” que jogam pelas duas extremas, a esquerda e a direita sonham com um jogo que possa ser decidido por um deles, deixando de lado os jogadores do “centro”. Para isso vem se valendo de seus “consiglieres” mafiosos para tentar “melar” o jogo em favor de um ou do outro.

Como medida prévia do acerto de bastidores, os juízes da partida tentaram “anular” previamente a jogada do principal atleta que joga pelo “meio do campo” político, um tal de ex-juiz que resolveu entrar no “jogo” sem ser convidado e já está causando um estrago danado nas hostes dos dois extremas, em especial no da direita que vê a cada dia parte significante da sua “torcida” minguar.

O jogo como se sabe está na “preliminar”, mas nos bastidores dos vestiários das equipes que logo, logo estarão em campo, já é intensa a movimentação de todo o séquito que acompanha os players. A torcida, por sua vez, apupa a “escalação” dos dois extremas rejeitando o da direita em mais de 60% e o da esquerda em números próximos a 50%. Deseja em mais de 60% que surja um jogador do “meio do campo” que empolgue e ajude o time do centro a vencer a partida e conserte os erros que os dois pontas vêm cometendo ao longo de todo o campeonato.

De seu lado, as “casas de apostas” começam a se movimentar freneticamente apresentando prognósticos prá todos os gostos, confundindo o “apostador” e embolando – mais das vezes – de forma premeditada a “pule” do jogo em prol do seu “jogador”. Mas, ao que parece as apostas estão se afunilando em torno de 3 jogadores, os dois estremas que não contam com o apoio do torcedor do centro, a maioria, e um do “meio de campo” que, no entanto, ainda tem longo caminho a percorrer – antes de se tornar favorito nas apostas - para pacificar o restante da equipe para jogar com ele um jogo que os dois extremas queriam de carta marcadas.


A última vez que a seleção brasileira de futebol foi campeã do mundo foi em 2002. Interessante notar nessa nossa alegoria futebolística que, de 2003 a 2018 o “jogo” político brasileiro foi “jogado” no campo do time do extrema esquerda e o Brasil perdeu todas as partidas. De 2019 prá cá, o jogo vem sendo jogado no “campo” do extrema direita e o “time Brasil” simplesmente desmoronou, está acéfalo, sem treinador, equipe e preparadores, está limitado a um time de reservas desqualificados.

Está na hora de voltarmos a ser “campeões do mundo”. E o caminho para isso não é pelas extremas.

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