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Por Elias Fragoso
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O Lula real é outro

Elias Fragoso

20/07/2021 10h10 - Atualizado em 20/07/2021 11h11

Ex-presidente Lula
DivulgaçãoEx-presidente Lula

Semana passada Lula abandonou sua pose de moderado mais falsa que nota de três reais, para sair ferozmente em defesa da ditadura cubana - que inferniza a vida do seu povo há seis décadas - pelo princípio de revolta promovida pela população da ilha (logo reprimida pelos criminosos comunistas) dias atrás, que nada mais pretendia que melhores condições de vida.

Típico da esquerda brasileira, a idolatria aos “revolucionários” (sic!) de Cuba ressurgiu com toda força semana passada na entrevista do ex-presidente Lula à rádio Bandeirantes de SP. Nela o condenado em dois processos nas três instâncias da justiça brasileira por sua participação direta no maior assalto aos cofres públicos deste país durante os governos petistas, e que foi “liberado” (sic!) pelo Supremo (o perfeito retrato da justiça desse país de Macunaíma) para poder se candidatar a presidente da república, aproveitou do momento e “deitou e rolou” falação para os ouvintes da emissora e para seus fanatizados seguidores.

Lula começa a circular no país às escondidas, já que se for para a rua, a chance de ser escorraçado é grande, é o típico esquerdista brasileiro defensor da criminosa ditadura cubana, mas por aqui posam de defensores da democracia, contra o autoritarismo. Falsos. Mentirosos.

Defendem de maneira visceral uma ditadura que, literalmente, escraviza seu povo há 62 anos e agora, mata de fome, de COVID, pela falta de medicamentos básicos, de atendimento médico, de energia elétrica para suas casas, de transporte digno do nome ou moradias que não caiam aos pedaços nas suas cabeças.

Uma ditadura animalesca que já matou mais de 9 mil cubanos e há tempos gerou brutal desemprego na ilha. Numa economia cujo PIB na pandemia sofreu queda de 11%, duas vezes maior que o do Brasil do aloprado Bolsonaro. Foi por essas e muitas coisas que os cubanos foram às ruas pedindo melhores condições de vida. Foram reprimidos selvagemente pelos criminosos que dirigem a ilha com mão de ferro.

É um alerta para o cidadão brasileiro. Novamente as esquerdas estão se preparando para dar o bote no poder no Brasil. A “receita” é a mesma de sempre, a imprensa não fala mal do corrupto futuro candidato, o partido e o morubixaba moldam a imagem para apresentar Lula como o candidato “moderado” (sic), capaz de salvar a democracia no país e evitar que o fascismo tome conta do Brasil.

O conto do vigário repete-se: antes foi a carta aos brasileiros com que o condenado nas três instâncias da justiça nacional vendeu seu peixe aos indecisos e incautos nas eleições presidenciais de 2002. Agora, o sujeito que vender a imagem de um estadista distante do radicalismo da esquerda, equilibradíssimo, responsável, incorruptível (sic). E capaz de defenestrar Bolsonaro do poder (o que todo pais deseja). Esconde os governos corruptos e ladravazes que ele chefiou e as ameaças quase diárias que ele fazia à liberdade e à democracia. Igualzinho ao capitão de opereta.

O Lula real é outro. Uma figura malévola, piorada em relação à sua última passagem pelo governo graças ao rancor doentio das “zelites” que ele tanto agradou e beneficiou corruptamente e que lhe deu as costas tão logo pode, e a seu eterno sentimento de inferioridade. É preciso deixar isso muito claro para o brasileiro. Relembrar sempre o que ele – e seus seguidores - fez de mal ao Brasil ao longo dos últimos anos.

Na entrevista recente à Rádio Jovem Pan, ele soltou algumas pérolas que desnudam o que os vermelhos tanto tentam esconder de sua personalidade. Como sua defesa renhida da ditadura Cubana que, segundo ele: os problemas da ilha decorrem do bloqueio imposto pelos Estados Unidos (“esquecendo” de propósito que Cuba se relaciona com mais de 100 outros países); disse mais (sic) que a culpa do fiasco cubano é do governo americano que "guarda ódio no coração porque Cuba venceu a revolução"...). Tentativa rasa e escrota de idiotizar os desinformados que o apoiam. Canhestramente falso e mentiroso esse Lula.

E seguiu: “Se Cuba não tivesse o bloqueio poderia ser uma Holanda”. Esquecendo safadamente que a Holanda, é um país com séculos de vivencia capitalista, coisa que a Cuba, enquanto comunista, jamais o será. Mentiroso patológico esse Lula. Igual à Bolsonaro.

Disse mais: “Cuba não conseguiu nem comprar respirador porque os americanos não permitiram que chegasse lá”. Divulgador de fake news esse Lula. A verdade é que o governo local optou por produzir seus próprios equipamentos e sua própria vacina e se deu mal.

Questionado sobre os males da censura (em Cuba e em qualquer lugar), ao invés de responder atacou Bolsonaro pelas fake news na web. Safadamente tergiversante esse Lula. Perguntado por que ainda não fez uma autocritica dos governos petistas, respondeu “candidamente” que não faz autocrítica porque não quer ser crítico dele mesmo. Narcisista e hipócrita esse Lula.

Outra “perola” do corrupto: fui “aquele que foi acusado mentirosamente, que foi destratado pelos meios de comunicação durante cinco anos, que me jogaram a pecha da maior corrupção deste país”. Inocente esse Lula.
Achando pouco continuou: “Deveriam pedir desculpas para mim, porque hoje eu sou um homem que estou totalmente livre (mentira), e quem está prestes a ser condenado são as pessoas que mentiram a meu respeito” (escancarando as suspeitas que pairam sobre nosso judiciário). Um depravado social esse Lula.

E mais: “Eu continuo aqui brigando pela democracia, pelos direitos humanos e pelo respeito”, certamente a defesa da ditadura cubana que já matou mais de 9 mil cidadãos em 60 anos de brutal repressão faz parte do que ele entende como defesa da democracia. Salafrário esse Lula.

Faço minhas as palavras do jornalista José Roberto Guzzo (no Estadão de domingo): ... esse Lula que vão ficar lhe mostrando até às eleições... o grande problema é que ele não existe. O que existe na vida real é o Lula que vem piorando desde que deixou a presidência da república e nos presenteou com 5 anos e meio de Dilma Rousseff.

E continua: Podem até estar fazendo força para que ele fique com cara de estadista sereno, tipo D. Pedro II, mas não adianta – assim que aparece uma chance de aparecer como realmente é – o ex-presidente não resiste. Não há o que fazer. É coisa de temperamento, como na piada do escorpião.
Ainda é tempo de nos livrarmos desse mal.

Tenho dito.

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