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Por Elias Fragoso
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E o Dia D do Pazuello foi de Dória

Elias Fragoso

18/01/2021 08h08

O governador de São Paulo, João Doria
DivulgaçãoO governador de São Paulo, João Doria

Ontem foi um dia marcante na vida do incompetente Pazuello. O dia D que ele tanto preconizou foi do Dória que começou a vacinar pessoas minutos após a ANVISA, a agência do governo responsável pela liberação do uso de vacinas no Brasil ter aprovado o uso das da AstraZeneca e da chinesa Coronavac.

E aí o cara endoidou, foi para a TV para, em rede, ao invés de celebrar a liberação das vacinas, foi choramingar por que o governo de São Paulo – que se preparou há tempo para vacinar sua população e é o único a ter vacinas disponíveis no Brasil – “furou” o seu plano (sic) de vacinação que somente irá se iniciar esta semana. Lembram-se das promessas furadas que ele fez sobre o inicio da vacinação?

Pior, além do vergonhoso espetáculo de inveja, despeito e rancor ao vivo, típico do Bolsonarismo-raiz, para mostrar serviço mentiu descaradamente afirmando já estar de posse das vacinas para iniciar na quarta-feira a vacinação no país. Não tem nada. 

Inapto, está deixando o país a ver navios na vacinação. Os EUA do ídolo do presidente – todos sabem, que é o mais inábil dos países na condução da pandemia da COVID-19 – já vacinou mais de 10 milhões de seus cidadãos. A Argentina aqui ao lado já vacina há um mês, o mesmo no Chile. E ele o que fez para as vacinas chegarem ao cidadão brasileiro? Nada.

Depende do envio das vacinas que estão no Butantã, em São Paulo, até por que as vacinas da Oxford que ele e o governo apostaram trazer da Índia foi mais um engodo com o povo brasileiro e outra enorme gafe diplomática (recebeu um sonoro não de público da Índia em relação ao envio imediato das vacinas). Não vieram e certamente demorará a chegar por aqui.

Incapaz esquece que a informação hoje é online, que todos estão vendo o que ele vem fazendo nessa pandemia contra a vida, a paz e a tranquilidade dessa Nação. Ele, Bolsonaro e seu despauterado e infame governo.

É só ver o que está acontecendo no Amazonas. Pessoas morrendo asfixiadas por falta de um mísero tubo de oxigênio, hospitais superlotados com fila de espera superior a 500 pessoas, pessoas morrendo desassistidas em casa por absoluta incúria e falta de planejamento das corruptas autoridades locais e pela anomia incompetente do governo federal em encontrar rapidamente saídas para aquele enorme problema. Que logo pode estar se espraiando para outros Estados se nada for feito.

No Amazonas, o inapto nem conseguiu dimensionar corretamente o tamanho da crise, como tampouco reunir os recursos para que a tragédia fosse evitada. De novo, a morte é tratada com a indiferença típica deste governo pela vida das pessoas. Em linha com a politica negacionista do seu chefe que está empurrando mais pessoas para a morte. Já são quase 210 mil óbitos e em fevereiro chegaremos a ¼ de milhão de mortos. É o mesmo que matar 25% da população de Maceió em um ano.

Se não nos unimos rapidamente para dar um basta nesse despautério que se tornou viver no Brasil sob o governo Bolsonaro, vamos ter que arcar com as consequências disso. Ele já disse que não sai. Então só nos resta um caminho. Retirá-lo de lá. De forma legal e democrática. E sabe como se faz isso? Pressionando o seu deputado e senador a aprovar seu impeachment. E como político não gosta de perder eleitores...

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