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Elias Fragoso
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Por Elias Fragoso
OPINIÃO

Moro

03/02/2020 13h01

Este país acostumou-se – bem típico das nações condenadas ao ostracismo - a ser dependente político de figuras fortes, marcantes, capazes de sacar soluções que “nos salvem” da situação em que estamos. Não por coincidência esse é o modelo vendido pela esquerda em qualquer lugar do mundo: cultivar ídolos (mesmo que com pés de barro, lama ou sangue, como o mundo, chocado, descobre a cada dia) farsescos, ególatras e esquizofrênicos, que não titubeiam, ao assumirem o poder, em fazer exatamente o contrário do que prometem levando seus países à derrocada econômica e suas populações à pobreza generalizada. 

Os exemplo mundo mostram isso: Rússia, o maior expoente desse modelo facínora, perdeu em 40 anos apoio de sua população, seu poderio bélico e econômico, obrigando-a a “independer” os países da então cortina de ferro que, rapidamente, migraram para o Ocidente), Venezuela (segunda maior produtora de petróleo do mundo – por incrível que pareça – quebrada e nas mãos de um tiranete de circo; Cuba, a mãe dos idiotas úteis da América Latina, uma tirania sanguinária, país paupérrimo com um povo amordaçado e ameaçado rotineiramente por seus algozes). E o que dizer das mais de 20 repúblicas socialistas da África (sic!).

Estamos dando os primeiros passos no sentido de romper com essa realidade no Brasil. Sob intensa, insensata e surda pressão da esquerda incrustada em todo o tecido orgânico da sociedade após 13 anos de petismo que se ocupou basicamente de duas coisas: roubar muito. Tudo o que for possível e, aparelhar o Estado. Basicamente conseguiram as duas metas.

A eleição presidencial que se avizinha é uma oportunidade ímpar para o eleitor votar menos com o fígado e mais com a razão. Este é um país gigante sob todos os pontos de vista. Mas, apenas potencialmente. Eleger alguém da extrema esquerda ou da extrema direita será o mesmo que mantê-lo na direção da desconstrução irracional em detrimento de uma visão mais aglutinativa, mais construtiva originária de uma proposta de centro.

A meu ver, nessas circunstâncias nem PT e seu bandido chefe, nem Bolsonaro e sua entourage de direita são os caras. Um por já sabido o que a volta dos seus meliantes significa para todos e outro por que seu papel era exatamente o que ele está desempenhando: tirar a esquerda do poder, extremar a discussão e abrir caminho para uma candidatura de centro (atenção não é do Centrão) que aglutine as forças vivas da Nação. 

E, sem dúvida, essa pessoa é o senhor Sérgio Moro. Bem preparado, agora com experiência política adquirida no Ministério da Justiça e de governo, além de conhecimento aprofundado das safadezas produzidas no fundão da máquina contra o povo ele é o cara. 

Até porque como se isso fosse pouco, ainda conta com um sensacional apoiamento da população refletido em todas as pesquisas de opinião realizadas durante o primeiro ano de governo. Números superiores até aos do presidente da República.

Nas próximas edições vou tentar explicitar esse ponto de vista. Que tem claro várias armadilhas no caminho do ministro para chegar lá. Potencial (e muito) ele tem.

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