Alagoas, 22 de novembro de 2019 24º min 28º máx
WhatsApp (82) 9.9982-0322
Jorge Moraes
Opinião

Artigo Jorge Moraes

Por Jorge Moraes

Acelerar o ritmo de tabalho

Jorge Moraes

14/08/2019 15h03

Renan Filho durante encontro bom Bolsonaro
Peu RicardoRenan Filho durante encontro bom Bolsonaro

Olhando do lado de fora, a impressão que tenho é que o governo do Estado diminuiu bastante o seu ritmo de trabalho. Normalmente se diz que o segundo governo é assim mesmo, em qualquer lugar. No primeiro mandato, em Alagoas, o governador Renan Filho era um trator de esteira, como é dito lá para as bandas do interior. Quando foi eleito pela primeira vez, era considerado um homem incansável. Todos os pedidos feitos a ele, especialmente dos prefeitos, fossem da situação ou da oposição, eram atendidos imediatamente. Conversei até com prefeitos do PSDB – partido de oposição ao governador –, que tiveram seus pedidos atendidos sem nenhum questionamento.

Não estou dizendo que Renan Filho não esteja mais trabalhando ou cumprindo o seu papel de governador. É que no governo anterior, Maceió tinha dois prefeitos, Rui Palmeira e Renan Filho. O governador trabalhou nas favelas, com escadarias e urbanização; inaugurou o Eixo Quartel, sem dúvida, uma grande obra; começou a duplicação da AL-101 Norte, partindo da capital, entre outros serviços; pavimentou, praticamente, todas as entradas de cidades do interior do estado; inaugurou CISP – delegacias especializadas nas principais regiões de Alagoas; construiu UPAs; realizou concursos; nomeou a reserva técnica da Polícia Militar; e contribuiu para a redução da violência e criminalidade, entre outras ações.

Talvez o ritmo do primeiro mandato, quando a gente não estava acostumado com isso, esteja ofuscando o segundo. Claro que é possível isso ocorrer. Mas as coisas mais simples estão sendo deixadas de lado. É possível que Renan filho esteja trabalhando no macro, ou seja, nos grandes projetos. Na semana que passou fui a Água Branca para acompanhar o Festival de Inverno, que por sinal foi um sucesso de público, show e organização, mas encontrei uma rodovia arrasada. Do trevo de Olho d’Água das Flores, com acesso a Santana do Ipanema, Pão de Açúcar e São José da Tapera, com destino a Delmiro Gouveia, é uma peneira de tanto buraco. No início desse ano já estive na região e não estava assim. Bastou chover e está acabando a estrada.

Gostaria de saber, também, o que está acontecendo com a obra de duplicação da rodovia São Miguel dos Campos/Arapiraca. Pelo que vi, está parada já há um bom tempo. Viajei durante a semana por aquela região e não observei ninguém trabalhando, nenhuma máquina, nenhum caminhão. O mato está tomando conta de tudo. Na entrada de Limoeiro de Anadia, me parece que existe um entrave: por onde vai passar a duplicação, do lado da fazenda do deputado Antônio Albuquerque, que é um espaço estreito para isso, ou da entrada da cidade, onde existe uma imagem enorme da santa padroeira do município e que a igreja e os moradores não aceitam o recuo? Espero que esse imbróglio tenha sido solucionado.

Saindo de Maceió pela duplicação até a Barra de São Miguel, passando pelo Trevo do Francês, em Marechal Deodoro, o mato literalmente tomou conta do canteiro central e do acostamento. Já sei que a desculpa vai ser o período de inverno, com muita chuva nessas regiões citadas, mas o problema maior é que deixaram chegar nessa situação. Se o trabalho tivesse sido feito antes da chuva ou quando os problemas começaram a acontecer, provavelmente não estariam assim. Em tempo: Maceió está acabada de buracos também. Esquecendo a administração do ex-prefeito Djalma Falcão, a cidade nunca chegou a esse caos em que se encontra hoje. Prefeito Rui Palmeira, faltou à cidade um trabalho preventivo para que o sofrimento fosse menor em todos os bairros.

Comentários
Curta o EXTRA no Facebook
Confira o nosso canal no YouTube
Siga-nos no Twitter
Siga-nos no Instagram Seguir </html>
Notamos que você possui
um ad-blocker ativo!

Produzir um conteúdo de qualidade exige recursos.

A publicidade é uma fonte importante de financiamento do nosso conteúdo.

Para continuar navegando, por favor desabilite seu bloqueador de anúncios.

publicidade