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EFEITO CPI

‘Capitã Cloroquina’ acusa Calheiros de violência contra a mulher

Estadão Conteúdo

14/01/2022 09h09

Renan Calheiros
Agência SenadoRenan Calheiros

A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como ‘Capitã Cloroquina’ acionou o Supremo Tribunal Federal mais uma vez contra a cúpula da CPI da Covid, imputando suposta violação de sigilo funcional ao presidente do colegiado, Omar Aziz, o vice, Randolfe Rodrigues, e o relator, Renan Calheiros.

A aliada do presidente Jair Bolsonaro ainda acusa os parlamentares de violência psicológica contra a mulher, dizendo que foi vítima de ‘discriminação’ e ‘perseguição’ por defender o ‘tratamento precoce’ – uso de medicamentos sem comprovação científica contra a Covid-19. A petição pela ‘Capitã Cloroquina’ foi apresentada ao STF na última sexta-feira 7. A vice-presidente da Corte, Rosa Weber, que analisa casos urgentes durante o plantão judiciário, determinou que os autos sejam encaminhados, após o fim do recesso, ao gabinete da ministra Cármen Lúcia, a relatora do processo.

Ao atribuir suposta violação de sigilo funcional aos senadores que integravam a cúpula da CPI, Pinheiro cita a divulgação de um conteúdo de seu e-mail em que sugeria a autoridades de Portugal a adoção do chamado ‘tratamento precoce’.

Na petição ao Supremo, os advogados de Pinheiro buscam ainda rebater as imputações feitas à médica no relatório final da CPI da Covid. A ‘Capitã Cloroquina’ foi acusada pelos senadores dos crimes de epidemia, prevaricação e crime contra a humanidade. A aliada de Bolsonaro nega as acusações e diz que as imputações tiveram como objetivo ‘desacreditá-la como médica perante a sociedade brasileira’.

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