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USADO COMO LARANJA

Trabalhador do interior do Alagoas abriu empresa suspeita de tentar fraudar contrato com MS

FIP Bank apareceu como garantidora de R$ 80,7 mi do contrato para a compra da vacina indiana Covaxin

Bruno Fernandes

14/09/2021 15h03

O diretor-presidente da FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Junior
Pedro França/Agência SenadoO diretor-presidente da FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Junior

O relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou nesta terça-feira, 14, durante depoimento do advogado Marcos Tolentino que a FIB Bank foi aberta em nome de dois laranjas. Um deles, um trabalhador rural do interior de Alagoas.

De acordo com a CPI, a FIB Bank foi a fiadora de R$ 80 milhões do contrato entre o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos para a compra da Covaxin. Segundo os senadores, a empresa apresentou uma garantia fria.

Segundo Renan, a FIB Bank foi aberta em nome de Geraldo Rodrigues Machado e Alexandra Pereira de Mello. Geraldo é trabalhador rural e mora na cidade de Pão de Açúcar, no interior de Alagoas.

Alexandra chegou a ser beneficiada com o Bolsa Família e teve seu benefício cancelado após o governo federal descobrir que ela era “sócia” de uma empresa milionária.

“Eles foram utilizados como laranjas e cada um deles moveu uma ação na Justiça em São Paulo dizendo que foram vítimas de uma fraude ilegal”, disse Calheiros.

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