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POLÍTICA

Quinta-feira é marcada por manifestações contra privatizações no país

Privatizações também permeiam o sistema prisional, o Instituto dos Advogados Brasileiros já se manifestou contrário à privatização.

Isabela Melissa - Estagiária sob supervisão

29/07/2021 21h09 - Atualizado em 30/07/2021 07h07

Protesto dos funcionários dos Correios em Maceió nesta quinta-feira, dia 29 de julho
Foto: Sintect/ALProtesto dos funcionários dos Correios em Maceió nesta quinta-feira, dia 29 de julho

Umas das grandes discussões do momento em Brasília são as privatizações dos Correios. O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, já se manifestou contra a venda da estatal. O procurador afirma que a privatização dos serviços postais e do correio aéreo nacional não deveria ir adiante, por ser considerada inconstitucional.

Nesta quinta (29) pela manhã, trabalhadores dos Correios em Maceió realizaram um ato contra a privatização da empresa. A mobilização aconteceu na Praça Sete Coqueiros, na orla da Pajuçara. Os manifestantes ocuparam uma das faixas da avenida, mas o trânsito não chegou a ser interditado. O ato durou duas horas e contou com trabalhadores e representantes de sindicatos de várias categorias do setor público.

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Alagoas (Sintect/AL) informou que o ato  foi realizado para alertar a população sobre os prejuízos que podem acontecer se a empresa for privatizada.

Outras privatizações

Também nesta quinta-feira, o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) divulgou o seu posicionamento contrário à privatização de presídios no País realizada através de parcerias público-privadas. Para o órgão, a mudança na gestão  é motivada "exclusivamente pelo lucro".

A manifestação da entidade faz parte de um estudo produzido pela Comissão de Direito Penal atendendo a uma consulta pública do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP). O documento foi organizado pelos relatores Leonardo Villarinho e Sérgio Graziano Sobrinho e aprovado por unanimidade durante uma sessão ordinária virtual que reuniu advogados associados.

Segundo o Instituto, conforme previsto no artigo 175 da Constituição Federal, a responsabilidade pela gestão de unidades prisionais é um dever do Estado e que não deve ser delegada à iniciativa privada.

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