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MIRANDO 2022

JHC governador e Lessa prefeito devem atrair colloridos e esquerdas

Collor deve disputar sua última eleição, mas precisa de um nome forte para o Executivo

Odilon Rios - Especial para o Extra

01/04/2021 16h04 - Edição 1112

JHC e Ronaldo Lessa durante coletiva de imprensa após eleição em 2020
DivulgaçãoJHC e Ronaldo Lessa durante coletiva de imprensa após eleição em 2020

A união entre o senador Fernando Collor e o prefeito João Henrique Caldas (PSB) pode lançar o socialista para as eleições majoritárias, o que pode agregar apoio de setores estratégicos da esquerda em torno do vice de Jota, Ronaldo Lessa (PDT). Se JHC vencer as eleições para governador, Lessa é empossado prefeito da capital.
Maceió tem uma simbologia para Collor. Nas eleições em que disputou o governo do Estado, após readquirir seus direitos políticos, a capital alagoana aplicou-lhe derrotas acachapantes em todas as votações ao Executivo estadual.

Aos 71 anos e talvez se preparando para sua última eleição (se vencer fica no Senado até os 81), Collor enfrentará, teoricamente, o governador Renan Filho, 30 anos mais novo e com um vice, Marcelo Victor, nada calheirista e com pernas preparadas para uma rasteira política.

Voltando a Collor: hábil na retórica e de posse do discurso anti-Renans (ainda bastante vivo, piorado neste cenário de desgaste da classe política por causa das medidas sanitárias na pandemia), ele precisa de um nome com votos ao governo para facilitar sua campanha ao Senado.

Hoje este nome é o prefeito João Henrique Caldas. Com apoio de uma parte da esquerda, já que Ronaldo Lessa será prefeito da capital em eventual vitória de Jota ao governo.

A Rede deve lançar Heloísa Helena, ex-vereadora e ex-senadora, em busca de um espaço nacional para a legenda, evitando ser atingida pela cláusula de barreira. Marina Silva busca uma aproximação política com Ciro Gomes, do PDT.

O PCB também se prepara para a disputa majoritária, assim como o PSOL, com a reitora honorária da Ufal, Valéria Correia, que foi candidata a prefeita, além do PC do B.

O bolsonarismo, fenômeno das urnas em 2018, segue mais dividido. A reeleição do deputado Cabo Bebeto não une, na mesma mesa, o vereador Leonardo Dias (PSD) e o policial federal Flávio Moreno (PSL). O empresário Josan Leite pode voltar a disputar espaços na política local e uma nova safra de delegados e policiais civis, seguindo os caminhos da extrema-direita, quer chegar ao parlamento.

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