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'NEGACIONISMO'

Renan Filho critica Bolsonaro por deixar estados fora de comitê de combate à pandemia

Decisão de criar comitê aconteceu no mesmo dia em que País registrou três mil mortes em 24 horas

Bruno Fernandes

26/03/2021 12h12 - Atualizado em 26/03/2021 13h01

O governador Renan Filho durante coletiva à imprensa
Agência AlagoasO governador Renan Filho durante coletiva à imprensa

O governador Renan Filho (MDB), de Alagoas, criticou nesta sexta-feira, 26, a decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em criar um comitê de combate à covid-19 e deixar de fora governadores e municípios.

"Esse Comitê, instituído dessa maneira, excluindo Estados e Municípios brasileiros, é a negação do SUS (Sistema Único de Saúde) e mais uma ação na direção do negacionismo", declarou o gestor por meio de sua conta oficial no Twitter.

No artigo 3 do Decreto 10.659 ficou estabelecido que o comitê será composto pelo presidente da República, que o coordenará; pelos presidentes do Senado Federal; da Câmara dos Deputados; e, na condição de observador, por autoridade designada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Fux. 

A criação do comitê foi decidida, um ano após o início da pandemia, durante uma reunião ocorrida na quarta-feira, 24, mesmo dia em que o País registrou mais de 3 mil mortes em 24 horas.

Os integrantes do Comitê e dos grupos de trabalho se reunirão, a critério de cada membro, presencialmente ou por videoconferência. O Comitê terá duração de 90 dias, prazo que poderá ser prorrogado.

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