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PANDEMIA

Guedes passa a defender isolamento social inteligente

Poder360

25/03/2021 12h12 - Atualizado em 25/03/2021 12h12

Guedes defende agora o isolamento seletivo e aceleração da vacinação
Agência BrasilGuedes defende agora o isolamento seletivo e aceleração da vacinação

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta 5ª feira (25), em reunião da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, medidas que possibilitem um “isolamento mais inteligente e mais seletivo” para frear a alta nos contágios pelo coronavírus. Defendeu ainda a aceleração da campanha de vacinação contra a covid-19.

As medidas de isolamento social, adotadas por alguns prefeitos e governadores, é frequentemente criticada pelo presidente Jair Bolsonaro, chefe de Guedes.

O ministro da Economia disse que o Brasil enfrenta agora uma “2ª grande guerra”, num momento em que a economia dava sinais de recuperação, com a geração de empregos em janeiro, alta no índice de atividade econômica e arrecadação recorde no 1º bimestre de 2021 (totalizou R$ 309 bilhões).

“É como se tivéssemos chegando ao fim da 1ª grande guerra quando uma nova variante [do coronavírus] surge”, declarou. “No início, havia dúvida se era apenas reflexo do afrouxamento do distanciamento social. Só depois ficou claro que se tratava de uma nova variante”, completou.

Guedes repetiu o que o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, havia dito sobre aplicar 1 milhão de doses de vacina por dia, com a meta de ter toda população idosa do Brasil vacinada em 1 mês. “Se continuarmos nesse ritmo por 60 dias, teremos um novo horizonte completamente diferente pela frente”, completou Guedes.

O ministro da Economia disse que, com a aprovação do Orçamento a ser votado nesta 5ª feira pelo Congresso, o governo poderá antecipar o pagamento de R$ 50 bilhões em benefícios de aposentados e pensionistas, além de liberar R$ 44 bilhões para o auxílio emergencial. A intenção de antecipar os benefícios já havia sido publicada pelo Poder360.

“Se os senhores aprovam o Orçamento hoje, podemos disparar imediatamente a antecipação dos benefícios de pensionistas e aposentados. Ou seja, mais R$ 50 bilhões vêm de dezembro para agora. Então, vamos proteger os mais vulneráveis, os idosos, nessa 2ª grande guerra contra o coronavírus”, explicou.

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