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POLÍTICA E PANDEMIA

Coronavírus pode adiar eleições e embaralhar xadrez do voto em Maceió

JHC e Davi Davino teriam de escolher entre reeleição e Prefeitura; Gaspar é beneficiado

Odilon Rios - Especial para o EXTRA

04/04/2020 14h02 - Atualizado em 04/04/2020 14h02

Nas últimas eleições municipais 144 milhões de eleitores estavam aptos a votar no País
DivulgaçãoNas últimas eleições municipais 144 milhões de eleitores estavam aptos a votar no País

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classifica como fake news o adiamento das eleições municipais, mas o tema está, sim, na pauta do Congresso Nacional e é tratado com discrição nos bastidores da política alagoana.

Quem primeiro levantou essa bola foi o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em 22 de março: “Faço aqui até uma sugestão. Está na hora de o Congresso falar: ‘adia’, faz um mandato desses vereadores e prefeitos. Eleição no meio do ano… uma tragédia, porque vai todo mundo querer fazer ação política”.

Já no Congresso, o principal argumento é financeiro: a eleição custará, em média, R$ 1,5 bilhão, dinheiro dos cofres da União, isso num momento em que o país se mobiliza para o combate ao Coronavírus, com medidas de restrição ao setor produtivo e empregados, além dos trabalhadores informais e os sem emprego.

Leia na íntegra no jornal impresso EXTRA ALAGOAS!


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