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Mandetta pede calma para expectativa de cura com a cloroquina

Redação com Yahoo

29/03/2020 08h08

Mandetta alerta para os graves efeitos colaterais do medicamento
DivulgaçãoMandetta alerta para os graves efeitos colaterais do medicamento

Em coletiva realizada ontem à tarde, em que o Ministério da Saúde atualizou os números de vítimas do novo coronavírus no Brasil, o ministro Luiz Henrique Mandetta fez um balanço dos 30 primeiros dias de combate à pandemia e pediu bastante calma com a hidroxicloroquina, remédio que tem sido tratado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem tomado como a salvação do problema.

“Cloroquina não é um medicamento que veio salvar a humanidade. É um estudo ainda incipiente. Existe uma pesquisa. Esse medicamento, se tomado de forma errada, pode dar arritmia cardíaca, pode paralisar o fígado. Podemos ter mais mortes por mau uso de medicamento do que pela própria virose”, alertou o ministro.

Mandetta disse que o ministério tem dado apoio a um grupo que pesquisa sobre os efeitos da medicação contra o coronavírus, mas que hospitais foram permitidos a utilizar o remédio em casos graves de Covid-19. Em casos iniciais de gripe, o ministro ressaltou que não deve ser usado por causa dos efeitos colaterais pesados.

O Cloroquina sumiu das prateleiras das farmácias no país quando foram divulgadas as primeiras informações sobre o uso da droga, de forma experimental, em pacientes com a Covid-19. No Brasil, pacientes com lúpus e outras doenças autoimunes que fazem o tratamento com o medicamento, chegaram a fazer apelos em redes sociais para que as pessoas não comprassem a medicação. Eles alertaram para os riscos de morte que a carência provocaria em quem faz uso contínuo da droga.

Sobre o isolamento social, Mandetta defendeu que não existe quarentena vertical ou horizontal, mas que é necessário conversar com governadores e secretários estaduais de saúde para entender melhor as situações e tomar as decisões de isolamento de forma conjunta.

Durante a coletiva, o Ministério da Saúde atualizou para 111 o número de mortes em decorrência do novo coronavírus, além de 3.904 casos. São nove mortes e quase 500 casos confirmados a mais em relação aos números divulgados na sexta.

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