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Alagoana apresenta projeto de lei para discussão de política nas escolas

Arthur Fontes - Estagiário sob supervisão da Redação

09/12/2019 14h02 - Atualizado em 09/12/2019 14h02

Senador Rodrigo Cunha e estudante Danielly Azevedo
Foto: AssessoriaSenador Rodrigo Cunha e estudante Danielly Azevedo

Na terra-mãe do 'Escola Livre', uma jovem arapiraquense pensa exatamente ao contrário. Danielly Azevedo é a favor da criação do projeto de lei que "inclui o ensino de alguns tópicos da Constituição Federal e temas sobre política e cidadania no âmbito do ensino médio". 

Ela foi selecionada pelo senador Rodrigo Cunha (PSDB), através do programa Estágio Visita no Senado Federal (EVSF). Os alunos são indicados por parlamentares país para ir até Brasília conhecer e aprender como funciona o Poder Legislativo. 

Estima-se que para o ano de 2020, o programa receba mais de 160 alunos. Danielly Azevedo, estudante de Direito na Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), em entrevista ao EXTRA, contou detalhes de como foi o projeto.

"Participar do programa foi uma experiência muito gratificante e enriquecedora, primeiramente, por ser escolhida e indicada para representar o Estado de Alagoas nesta primeira edição do EVSF. É de suma importância a participação da juventude, pois temos uma visão inovadora e somos o futuro do nosso país". 

Sobre a vivência em Brasília, Danielly explicou que as teorias passadas para os estudantes no programa era tão importantes quanto as práticas. "Uma das ações do EVSF foi a simulação de criação e votação de projetos de lei, no qual sou autora com mais 10 estudantes de outros estados", explicou. 

"Lançamos a ideia da criação do projeto de lei que inclui temas sobre política e cidadania no âmbito do ensino médio para que a juventude adquira conhecimentos sobre direitos, deveres e sobre os Poderes para a formação de cidadãos mais conscientes politicamente".

Escola Livre

O projeto de lei Escola Livre previa mudanças na postura dos professores da rede pública estadual. Eles seriam impedidos de dar opinião, mantendo "neutralidade" política, ideológica e religiosa na sala de aula.

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