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Falsa justiça

CPI quebra sigilos de ex-diretor da Delta e de Dadá, auxiliar de Cachoeira

Requerimento foi aprovado pela comissão na manhã desta quinta (17). Integrantes da comissão querem também dados da Operação Saint-Michel

Do G1, em Brasília

17/05/2012 12h12

Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o elo do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários aprovaram na manhã desta quinta-feira (17) a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-diretor da Delta Construções Cláudio Abreu, e de Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, um dos principais auxiliares do contraventor Carlos Cachoeira.

Claúdio Abreu é o ex-diretor da Delta Construções para a região Centro-Oeste. Segundo investigação da Polícia Federal, a Delta é uma das construtoras com mais contratos com o governo federal e repassou dinheiro para empresas fantasmas que abasteciam o grupo de Cachoeira.

Cláudio Abreu foi preso no final de abril durante a Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal. A operação é um desdobramento da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que resultou na prisão de Cachoeira em fevereiro.

Dadá foi preso durante as investigações da Operação Monte Carlo, que também resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira. Dadá é ex-sargento da Aeronáutica e, segundo as investigações da Polícia Federal, atuava como informante e auxiliar do bicheiro. O contraventor está detido na penitenciária da Papuda em Brasília.

 

Operação Saint-Michel
Os integrantes da CPMI também aprovaram requerimento que pede informações à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a Operação Saint-Michel.

A operação resultou no bloqueio dos bens do bicheiro, do ex-diretor da construtora Delta Claudio Abreu e de outras seis pessoas denunciadas por formação de quadrilha e tráfico de influência.

Na investigação do DF, o grupo ligado a Cachoeira foi acusado de tentar fraudar a licitação da bilhetagem eletrônica no transporte público do Distrito Federal. O ex-diretor da Delta Cláudio Abreu foi preso. Ele estava afastado do cargo na construtora desde a revelação de ligação com Cachoeira.

Em razão das investigações, quebra de sigilo havia sido determinada pela Justiça do Distrito Federal e abrange dados das contas correntes e declarações de Imposto de Renda dos investigados a partir de janeiro de 2009 até os dias atuais. No caso da Delta, a determinação de quebra de sigilo abrange contas da empresa em todo o país.

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