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Choro dos incompreendidos

Lessa afirma que foi "perseguido" em Alagoas

Ex-governador classificou condenação do TRE como “ridícula”

20/03/2012 10h10

O ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) classificou a condenação que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) lhe impôs em 2006 como “ridícula”. A declaração foi dada em entrevista ao blog do jornalista Felipe Patury, no site da revista Época.

O jornalista, na entrevista, pergunta a Ronaldo Lessa: “Em 2010, sua candidatura quase foi barrada por causa da Lei da Ficha limpa. Pode acontecer novamente neste ano?”. Patury obtém como resposta do ex-governador a seguinte afirmação: “Espero não ser vítima, como da vez anterior. Usaram uma condenação ridícula do TRE de Alagoas para barrar a minha candidatura, e me perseguiram até o fim. É salutar que a Justiça possa afastar as coisas ruins da política, mas alguns usam esses instrumentos para atingir indevidamente o adversário”.

Lessa ficou inelegível porque teria “obrigado" funcionários públicos a votarem em seu candidato à prefeitura de Maceió em 2004, o ex-deputado estadual Alberto Sextafeira. À época, o candidato foi derrotado pelo hoje prefeito Cícero Almeida.

O TRE considerou que Lessa cometeu abuso de poder político e econômico ao exigir votos para Sextafeira. Por causa disso, o ex-governador teve sua inelegibilidade decretada por três anos. Somente em 2010 o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou seu registro de candidatura.

Atualmente, um dos "medos" do ex-governador é ficar mais uma vez inelegível na disputa para a prefeitura de Maceió por causa da Lei da Ficha Limpa. Até porque tramita na Justiça diversas ações em que ele aparece como réu.

Na eleição de 2010, quando disputou o governo do Estado com Téo Vilela, a ameaça da inelegibilidade pela Lei Ficha Limpa prejudicou a candidatura de Lessa.

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