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Líder do PSDB

Deputado é suspeito de pagar motorista de filhos com verba pública

Foto feita pela 'Folha de S.Paulo' mostra secretário parlamentar em SP. Em nota, PSDB diz que assessor prestou serviço ‘de forma eventual’

G1

23/12/2011 12h12

Deputado é suspeito de pagar motorista de filhos com verba pública

O deputado federal Duarte Nogueira (PSDB-SP) é suspeito de usar dinheiro público para pagar um motorista para os filhos no interior de São Paulo, como mostra reportagem do Jornal Nacional. A denúncia é do jornal "Folha de S.Paulo".

A foto exibida no jornal mostra um carro levando os filhos do deputado para a escola. Segundo a reportagem publicada nesta quinta-feira (22), quem dirige é o secretário parlamentar José Paulo Alves, que é funcionário da Câmara dos Deputados em Brasília. A reportagem diz que durante dois dias ele levou um dos filhos do deputado até uma casa para ensaiar música.

O deputado paulista tem 17 secretários parlamentares, entre eles José Paulo Alves. A Câmara permite a contratação de até 25 secretários. Os deputados recebem uma verba de R$ 60 mil por mês para pagar esses funcionários. Eles podem atuar em Brasília ou nas cidades que são base política do parlamentar. Mas a norma da Câmara determina que o secretário parlamentar só pode trabalhar em atividades específicas dos gabinetes.

Em nota, o PSDB declara que o assessor trabalhou como motorista dos filhos de Duarte Nogueira "de forma eventual". Segundo a nota, o deputado não sabia que o assessor prestava o serviço para a própria família. Diz ainda que o que aconteceu não atrapalhou as atividades normais do cargo.

O deputado Duarte Nogueira é o líder dos tucanos na Câmara. Ele foi um dos primeiros parlamentares a pedir a investigação quando o então ministro do Turismo, Pedro Novais, foi denunciado por usar dinheiro público para pagar o motorista da mulher e a empregada doméstica.

A reportagem tentou falar com o deputado Duarte Nogueira primeiro no apartamento da mãe, onde ele costuma ficar quando vai a Ribeirão Preto, mas a informação dada foi que ele não havia aparecido. Depois, a reportagem foi até o escritório político do deputado na cidade. O assessor confirmou que o deputado estava, mas disse que ele não ia gravar entrevista.

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