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Projeto Segundo Tempo deve derrubar ministro

26/10/2011 00h12

As fraudes do programa “Segundo Tempo”, explodiu nacionalmente. Entre as acusações estão lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e tráfico de influência. Em 10 meses de governo Dilma mais um Ministro está no olho do furacão. Dessa vez é o da pasta do Esporte, Orlando Silva.

O estopim dos escândalos envolvendo o projeto federal veio com a matéria da revista Veja que diz: “o policial militar João Dias Ferreira, revela detalhes de como funciona a engrenagem que, calcula-se, pode ter desviado mais de 40 milhões de reais nos últimos oito anos do Ministério do Esporte. Dinheiro de impostos dos brasileiros que deveria ser usado para comprar material esportivo e alimentar crianças carentes, mas que acabou no bolso de alguns figurões e no caixa eleitoral do PCdoB.”

João Dias Ferreira disse na reportagem da revista de circulação nacional que só recebia os recursos mediante o pagamento de uma taxa previamente negociada que podia chegar a 20% do valor dos convênios. A reportagem traz ainda que o PCdoB indicava desde os fornecedores até pessoas encarregadas de arrumar notas fiscais frias para justificar despesas fictícias.
Umas das acusações mais graves revelada pelo militar é que Orlando Silva chegou a receber, pessoalmente, dentro da garagem do Ministério do Esporte, remessas de dinheiro vivo provenientes da quadrilha.
Destino de Silva

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na quarta-feira (19), disse que vai solicitar ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito criminal para investigar eventuais condutas criminais do ministro do Esporte, Orlando Silva, e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz — que foi titular da pasta entre 2003 e 2006 — em face de “indícios de relação muito intensa entre os fatos” referentes às fraudes em programas do Ministério.

A matéria do Jornal do Brasil trouxe detalhes: “O inquérito deverá correr no STF por ser este o foro privilegiado para “processar e julgar originariamente” ministros de Estado. O STJ, por sua vez, é o foro especial para governadores. E é lá que corria em segredo de justiça, até esta quarta-feira, inquérito para investigar indícios de irregularidades verificadas na chamada Operação Shaolin, com suposto envolvimento do então ministro e atual governador Agnelo Queiroz.”
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