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QUADRILHÃO DO MDB

Retirado de pauta pelo STF julgamento de inquérito que pode tornar Renan Calheiros réu

Redação

27/11/2021 08h08 - Atualizado em 27/11/2021 12h12

Renan Calheiros
Agência SenadoRenan Calheiros

Foi retirado de pauta nesta sexta-feira, 27, pelo presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, o julgamento do chamado “quadrilhão do MDB no Senado”, que pode tornar réu o senador Renan Calheiros (MDB-AL), em mais um processo por suposto recebimento de propina em contratos com a Petrobras.

Essa é a segunda vez que o julgamento para aceitar a denúncia do inquérito é adiada. Na primeira vez, o processo chegou a ser pautado em junho, mas não foi analisado. Logo depois, Fux, então, pautou para 2 de dezembro, mas o processo também foi retirado de pauta mais uma vez.

Com esse novo adiamento, o caso ainda não tem data para ser analisado e poderá ficar para 2022, uma vez que a corte entra emo recesso forense de fim de ano já em 17 de dezembro.

O caso foi tirado de pauta porque o Supremo adiou para o mesmo dia a retomada do julgamento de uma ação que discute operações policiais no estado do Rio de Janeiro durante a pandemia.

No caso do “Quadrilhão”, os ministros vão decidir se a denúncia feita em 2017 pelo então procurador-geral República Rodrigo Janot traz indícios do delito de organização criminosa suficientes para a abertura de uma ação penal e o aprofundamento das investigações.

Segundo a peça acusatória, todos fariam parte do chamado “núcleo político” do MDB no Senado. O grupo é acusado de receber R$ 864 milhões em propinas de contratos com a Petrobras entre os anos de 2004 e 2012.

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