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ECONOMIA

Com bandeira vermelha, preço da energia elétrica pressiona inflação oficial de maio, diz IBGE

6 MINUTOS - Uol

09/06/2021 20h08 - Atualizado em 09/06/2021 20h08

A energia elétrica foi a principal responsável pela aceleração da inflação em maio, segundo o IBGE
Agência BrasilA energia elétrica foi a principal responsável pela aceleração da inflação em maio, segundo o IBGE

Com a mudança da bandeira amarela para a vermelha patamar 1, a energia elétrica ficou mais cara em todo o Brasil e foi a principal responsável pela aceleração da inflação em maio, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (9).

O indicador ficou em 0,83% em maio, a maior alta da inflação para o mês em 25 anos. No acumulado de 12 meses, o IPCA alcançou 8,06%. De janeiro a maio, está em 3,22%. A meta de inflação do Banco Central para o ano é de 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

A bandeira vermelha 1, patamar que começou a valer em maio, acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos. De janeiro a abril, estava vigorando a bandeira amarela, que adicionava R$ 1,343 na conta para cada 100kWh consumidos.

Quais foram os principais vilões da inflação no mês? Além da energia elétrica, outros produtos que contribuíram para a aceleração da inflação foram a gasolina, o etanol, as carnes e os produtos farmacêuticos.

Em contrapartida, os produtos que ficaram mais baratos em maio foram a cebola, o pacote turístico, o seguro veicular, as frutas e as passagem aéreas.


Preço dos alimentos

O grupo de alimentação e bebidas acelerou 0,44% em maio, frente a 0,40% em abril. A alimentação dentro de casa ficou mais um pouco mais barata, influenciada pela queda nos preços das frutas, da cebola e do arroz. Já as carnes estão cada vez mais caras: houve aceleração de 2,24% no mês, com alta de 38% nos últimos 12 meses. Além das carnes, outros itens que pesaram mais no bolso foram:

Lanche: 2,10%
Óleo de soja: 2,03%
Frango inteiro: 1,64%
Queijo: 1,49%
Carnes e peixes industrializados: 1,28%

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