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OPERAÇÃO CADUCEU

Polícia Federal desarticula quadrilha que fraudava INSS em Alagoas

Suspeita é que o grupo tenha causando prejuízo superior a R$ 7 milhões.

Bruno Fernandes com agências

09/10/2019 14h02 - Atualizado em 09/10/2019 14h02

Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em vários municípios
Divulgação/Polícia FederalAgentes cumpriram mandados de busca e apreensão em vários municípios

Uma quadrilha que praticava fraude em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Alagoas foi desarticulada na manhã desta quarta-feira, 9, durante uma operação da Polícia Federal. A suspeita é que o grupo tenha causando prejuízo estimado superior a R$ 7 milhões.

Segundo a PF, o grupo era liderado por "um dos maiores fraudadores da história do INSS", na área de benefícios. Ele já responde a diversos processos penais e dezenas de inquéritos policiais por fraudes à autarquia, destacou a PF. A corporação tem registros da ‘conduta criminosa’ do estelionatário desde a década de 1980.

Além de Alagoas, o grupo agia nos Estados da Bahia, Sergipe e Pernambuco. Agentes federais cumpriram três mandados de prisão preventiva e realizaram buscas e apreensão em 12 endereços de Salvador e Camaçari (BA) e em Aracaju (SE)

A investigação aponta que o grupo praticava as fraudes de duas maneiras: criando vínculos empregatícios fictícios, inseridos no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) por meio de Guia de Recolhimento do FGTS indevidas; e usando documentos médicos falsos para simular doenças e assim obter benefícios, em especial o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez.

Segundo a Polícia Federal, para que tais fraudes fossem praticadas, faziam parte da organização criminosa um técnico em contabilidade, um servidor do INSS e uma pessoa responsável por falsificar laudos e relatórios médicos. O nome da operação faz referência ao contador da operação criminosa, diz a PF. O símbolo da contabilidade é o Caduceu.

A Polícia Federal indicou que os investigados podem responder pelos crimes de participação em organização criminosa, estelionato previdenciário, uso de documento falso, falsidade ideológica e falsificação de documento público. Somadas, as penas ultrapassam 30 anos de prisão, informou a PF.

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