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Cidades brasileiras participam de mobilização mundial pelo clima

Agência Brasil

21/09/2019 09h09

Em Brasília, a mobilização pelo clima foi na Esplanada dos Ministérios, no centro da cidade
Reuters/Adriano Machado/Direitos ReservadosEm Brasília, a mobilização pelo clima foi na Esplanada dos Ministérios, no centro da cidade

A poucos dias da Cúpula pelo Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), marcada para a próxima segunda-feira (23), em Nova York, uma mobilização mundial chamada Greve Global pelo Clima ocorreu em mais de 150 países, na sexta-feira (20), para chamar a atenção para mudanças climáticas. No Brasil, também houve manifestações. Em São Paulo, a mobilização começou por volta das 16h, no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.

Por volta das 17h30, o sentido Consolação da Avenida Paulista foi tomado pelos manifestantes, a maior parte deles jovens, que exigiam ações concretas para frear as emissões de gases causadores do efeito estufa e de combate ao aquecimento global. Os jovens seguravam cartazes com frases como Matar a Mata nos Mata; Em Defesa da Amazônia; Nao Mude o Clima Mude o Sistema; Emergência Climática; Amo a Natureza. Havia também algumas bandeiras de centrais sindicais e de movimentos ambientais. Muitos secretários de governo, deputados e vereadores de SP foram ao ato.

A poucos dias da Cúpula pelo Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), marcada para a próxima segunda-feira (23), em Nova York, uma mobilização mundial chamada Greve Global pelo Clima ocorreu em mais de 150 países, nesta sexta-feira (20), para chamar a atenção para mudanças climáticas. No Brasil, também houve manifestações. Em São Paulo, a mobilização começou por volta das 16h, no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.

Por volta das 17h30, o sentido Consolação da Avenida Paulista foi tomado pelos manifestantes, a maior parte deles jovens, que exigiam ações concretas para frear as emissões de gases causadores do efeito estufa e de combate ao aquecimento global. Os jovens seguravam cartazes com frases como Matar a Mata nos Mata; Em Defesa da Amazônia; Não Mude o Clima Mude o Sistema; Emergência Climática; Amo a Natureza. Havia também algumas bandeiras de centrais sindicais e de movimentos ambientais. Muitos secretários de governo, deputados e vereadores de SP foram ao ato.

O público presente ouviu atentamente a falas de políticos e representantes de movimentos estudantis e ambientais. Eles criticaram as políticas direcionadas ao desenvolvimento do agronegócio em detrimento da preservação da floresta.

“Temos um modelo de consumo, da forma com que as pessoas se relacionam com a natureza, que é insustentável. Ele prevê o crescimento a todo custo e isso tem um limite, e por não levar em conta uma série de questões que têm valor, mas não valor financeiro. As novas gerações estão reparando isso”, disse Raphael Sebba, porta-voz da Fundação Mais Cerrado.

A chegada ao gramado do Congresso e as falas dos organizadores encerraram o ato. Às 20h, a manifestação já havia se dispersado totalmente.

Rio de Janeiro


Ativistas do meio ambiente se concentraram desde o início da tarde de sexta-feira (20) na Praça XV, no centro do Rio, em defesa da preservação das florestas, especialmente a Amazônia.

Carregando muitos cartazes com dizeres contra o desmatamento e pela preservação da natureza, os ambientalistas discursaram e depois saíram em caminhada pelas ruas centrais da cidade, até a Cinelândia, tradicional ponto de manifestações políticas, em frente à Câmara de Vereadores e o Theatro Municipal.

Para o ambientalista Sérgio Ricardo, defensor do meio ambiente no Rio de Janeiro, um dos fatores positivos da manifestação é a presença de muitos jovens, que acordaram para o problema. “Aqui no Rio, a região mais vulnerável é a Baixada Fluminense, onde houve a ocupação desordenada das margens de rios. E o mundo caminhando para aumento climático de 1,5 grau Celcius (°C), haverá fortes inundações das áreas litorâneas”, alertou o ambientalista.

Além da manifestação principal, foram marcados outros atos pela cidade: em frente à Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), no Museu do Amanhã e no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), no bairro Maracanã.

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