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OPEN BANKING

Compartilhamento de dados bancários pode beneficiar clientes

Modelo vai aumentar concorrência e está sendo discutido pelo Banco Central

Bruno Fernandes

24/08/2019 19h07 - Atualizado em 24/08/2019 19h07

Open Banking regulado e funcionando no Brasil permitirá que as pessoas movimentem suas contas ou solicitem propostas a partir de diferentes plataformas
DivulgaçãoOpen Banking regulado e funcionando no Brasil permitirá que as pessoas movimentem suas contas ou solicitem propostas a partir de diferentes plataformas


Foram realizadas ao longo desta última semana as primeiras integrações via Open Banking. Clientes da fintech Guiabolso e do Banco Original agora poderão integrar seus dados bancários do Original no aplicativo e ter todos os gastos categorizados. A prática, embora inovadora e cheia de promessas para o consumidor final não é regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BC) e é motivo de debate entre grandes instituições bancárias e especialistas.

Para entender melhor, o Open Banking é a abertura das informações bancárias retidas pelas instituições financeiras a respeito de seus clientes para que essas possam ser processadas e utilizadas por outros prestadores de serviço, desde que o repasse de tal informação seja autorizado pelo cliente. Essa abertura de sistema por parte dos bancos pode potencializar o surgimento de fintechs e aplicativos que desenvolvam soluções tecnológicas com o objetivo de prestar serviços financeiros de forma mais eficiente aos clientes.

Um dos princípios desse processo é que os dados bancários pertencem aos clientes e não às instituições. Na prática, para o consumidor final, o Open Banking regulado e funcionando no Brasil permitirá que as pessoas movimentem suas contas ou solicitem propostas a partir de diferentes plataformas e não só pelo aplicativo ou site do banco onde mantém conta. Isso é possível através de Application programming interface (APIs), aplicação que integra sistemas com segurança.

Com essa integração entre dados bancários e aplicativos, os bancos tradicionais poderão ter uma dor de cabeça com a jovem concorrência feita em sua maioria pelos novos bancos digitais. Com o compartilhamento dos dados será possível que fintechs ou novas instituições peçam permissão para acessar seus dados no banco do qual é cliente e fazer uma proposta mais atraente para financiamentos e abertura de contas, entre outros serviços.

Leia matéria na íntegra no Jornal EXTRA ALAGOAS nas bancas!

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