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MUSEU DESTRUÍDO

Pesquisadores pedem colaboração para resgate de acervo

Agência Brasil

03/09/2018 07h07

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Com a destruição da maior parte do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, pesquisadores, funcionários e colaboradores da área de museologia buscam resgatar tudo que está relacionado ao material que havia ali. Eles pedem que aqueles que tiverem imagens, sejam fotografias, vídeos e selfies, dos espaços e acervo atingidos pelas chamas enviem para o grupo.

Em nota, o grupo apela para que o material seja encaminhado ao e-mail: [email protected]

Até as primeiras horas desta segunda-feira, 3, a assessoria de imprensa do Museu Nacional do Rio não tinha informações completas sobre as perdas causadas pelo incêndio. Informava apenas que a maior parte do acervo foi destruída.

O acervo reunia mais de 20 milhões de itens de variados temas, incluindo coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior coleção de múmias egípcias das Américas.

Ali também estava Luzia, o mais antigo fóssil humano encontrado nas Américas, que remete a 12 mil anos e representa uma jovem de 20 a 24 anos. No museu, havia ainda o esqueleto do Maxakalisaurus topai, maior dinossauro encontrado no Brasil.

O museu é a mais antiga instituição histórica do país, pois foi fundado por dom João VI, em 1818. É vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acadêmico e científico. Tem nota elevada nos institutos de pesquisa por reunir peças raras, como esqueletos de animais pré-históricos e múmias.

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