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Câncer que matou Aretha Franklin costuma ser agressivo

Com UOL

17/08/2018 08h08

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A cantora Aretha Franklin morreu nesta quinta-feira, 16, aos 76 anos, após batalha contra um câncer no pâncreas. A doença é agressiva e apresenta alta taxa de mortalidade, o que faz com que médicos recomendem atenção máxima aos sintomas, uma vez que quanto antes o tumor for diagnosticado maiores são as chances de sucesso no tratamento.  

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados no Brasil e por 4% do total de mortes pela doença. Detectar a doença não costuma ser uma tarefa fácil por dois motivos: o pâncreas está “escondido” na cavidade mais profunda do abdômen, atrás de outros órgãos, e seus sintomas iniciais podem ser confundidos com outros problemas.

“É preciso ter um olhar muito clínico com os sintomas, os sinais de câncer no pâncreas não costumam ser associados de primeira à doença. Pacientes até fazem exame de sangue, por exemplo, mas não passam por tomografia ou ressonância, que realmente apontariam para o câncer”, diz Marcos Belotto, gastrocirurgião oncológico do hospital Sírio Libanês e professor do grupo de pâncreas da Santa Casa de São Paulo. Leia sobre os sintomas aqui.


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