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Machismo deve ser combatido na infância, diz promotora

José Fernando Martins

29/03/2018 08h08

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A violência afeta mulheres de todas as classes sociais, etnias e regiões brasileiras. Essa realidade cruel é entendida não como um problema de ordem privada ou individual, mas como um fenômeno estrutural, de responsabilidade da sociedade como um todo. 

Combater esse tipo de violência no Brasil não é uma tarefa fácil, mas segundo a promotora de Justiça, Maria José Alves da Silva, titular da Promotoria de Combate e Prevenção à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, há avanços que devem ser comemorados. 

Entre eles estão a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, que para a promotora, fazem toda a diferença na hora de autuar o agressor. 

“Antes da Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher era considerada crime contra a honra e de menor potencial. Os casos iam para juizados especiais onde se pagava cestas básicas. Era um absurdo!”, disse em entrevista ao EXTRA.

Confira na íntegra

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