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CORONAVÍRUS

Governador anuncia ter comprado 2,2 milhões de doses da Sputnik

Compra foi viabilizada pelo Consórcio Nordeste e custou R$ 120 milhões

Tâmara Albuquerque com Agência Alagoas

07/04/2021 10h10 - Atualizado em 07/04/2021 10h10

Vacina Sputnik aguarda aprovação para uso emergencial no Brasil
EFEVacina Sputnik aguarda aprovação para uso emergencial no Brasil

O governador Renan Filho anunciou a compra de 2,2 milhões de doses da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou. Em entrevista à Rádio Difusora, nesta terça-feira (6) o governador disse que as doses do imunizante foram adquiridas ao custo de aproximadamente R$ 120 milhões e que em reunião com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por videoconferência, defendeu a aprovação do uso emergencial da vacina russa.

Renan Filho participou da reunião de governadores do Consórcio Nordeste com a Anvisa ao lado do procurador-geral do Estado, Francisco Malaquias. O Consórcio adquiriu 37 milhões de doses do imunizante, segundo o governo. Em matéria publicada pelo Poder 360, site de jornalismo, a Anvisa não citou Alagoas na relação dos estados interessados na compra da Sputnik. 

O governador afirmou ter recebido informações da Rússia de que, se a Anvisa aprovar o uso emergencial da vacina, o imunizante será enviado ao estado ainda este mês.

Segundo Renan Filho, o estado está preparado para fazer o pagamento e iniciar a recepção das doses do imunizante. 

“A lei brasileira aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República diz que, se as vacinas já tiverem sido aprovadas por agências reguladoras, semelhantes à Anvisa, de grande porte, como por exemplo fora na Rússia, na Argentina, o Brasil tem cinco dias para expedir o uso emergencial da vacina, então isso precisa ter eficácia, precisa ser cumprido”, sustentou Renan Filho.

A Sputnik V ainda precisa de autorização da Anvisa para ser utilizada no Brasil. O último pedido de uso emergencial dessa vacina, protocolado no dia 27 de março pela farmacêutica União Química, teve o prazo de análise suspenso porque a agência não encontrou “documentos necessários”. Agora, a Anvisa quer que os governadores colaborem para que os dados técnicos pendentes sejam enviados.

“Se o Governo Federal for ressarcir os cofres do Tesouro Estadual, todas essas doses – já que estamos numa Federação – serão remetidas ao Plano Nacional de Vacinação. Agora, se o governo federal não for ressarcir, como esses recursos são dos alagoanos, nada mais justo que vacinemos o nosso povo”, defendeu.

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