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Festa realizada em Alagoas infectou família com variante do coronavírus do Reino Unido

Tamara Albuquerque com informações do Metrópoles

23/02/2021 10h10 - Atualizado em 03/03/2021 09h09

Família é infectada com variante do Reino Unido em festa realizada em Alagoas
Agência Brasil/ReutersFamília é infectada com variante do Reino Unido em festa realizada em Alagoas

Uma festa familiar realizada em Alagoas e que reuniu parentes de uma única família que mora no Entorno do Distrito Federal, pode ter infectado 14 pessoas com a variante do coronavírus Reino Unido.  

O encontro ocorreu no final do ano com 20 pessoas da mesma família e incluiu um parente que esteve em viagem internacional e estava assintomático. Ele seria a origem da infecção na família. Depois da festa, no entanto, as pessoas desenvolveram sintomas e foram isoladas ao chegarem em suas cidades. Dois integrantes da família receberam o diagnóstico positivo para a nova cepa do vírus, em exames enviados a São Paulo pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Goiás (Lacen-GO). Os resultados desses exames saíram nos dias 9 e 11 de fevereiro, respectivamente.

Até o momento, nenhum caso de covid-19 com a variante do Reino Unido foi detectado em Alagoas, onde já circula a variante brasileira de Manaus. O caso desta família também não foi tornado público pelos órgãos sanitários do estado. 

A família tem parentes residindo nas cidades de Valparaíso de Goiás e Luziânia (GO). O grupo sintomático testou positivo em exames PCR, um dos que identificam a Covid-19 no organismo. A superintendente estadual de Vigilância em Saúde de Goiânia, Flúvia Amorim, afirmou em matéria publicada no portal Metrópoles que amostras de apenas três familiares atingiram padrão necessário para o instituto examinar o sequenciamento do vírus e identificar a variante estrangeira. 

“Não conseguimos sequenciar o restante, mas não há necessidade de sequenciar todos. Como os dois deram positivo, a gente considera que, provavelmente, os outros familiares desse grupo também têm a mesma variante”, explica Amorim. Ela destaca que já foram identificadas sete variantes em Goiás.  

o Instituto Adolf Lutz deve concluir esta semana, mais um exame para comprovar a infecção pela variante britânica, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das que intensificam a onda de mortes de pessoas por Covid-19. A cepa estrangeira gera mais temor que a de Manaus, que causou milhares de mortes na segunda onda da doença no país.

“A gente tem informações de que a variante do Reino Unido é mais transmissível e causa mais hospitalização. A de Manaus também é mais transmissível, mas a gente ainda não tem confirmação de que ela gera mais hospitalização”, explicou a superintendente. De acordo com Amorim, as variantes do Reino Unido e de Manaus são as duas mais preocupantes entre as já identificadas em Goiás até o momento.

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