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SEGUNDO DORIA

Vacina mostrou-se segura e imunização em SP pode começar em dezembro

Com Reuters

23/09/2020 14h02 - Atualizado em 23/09/2020 15h03

Vacina da Sinovac mostrou-se segura em estudos e pode começar em dezembro
DivulgaçãoVacina da Sinovac mostrou-se segura em estudos e pode começar em dezembro

A potencial vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac mostrou-se segura em estudos clínicos realizados na China e a expectativa é de que, uma vez comprovada sua eficácia e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a aplicação dela no Estado de São Paulo comece na segunda quinzena de dezembro, disse nesta quarta-feira o governador paulista, João Doria (PSDB).

Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, Doria disse que, em estudos com 50 mil voluntários na China, 94,7% deles não apresentaram qualquer efeito adverso.

“Estudos clínicos comprovam segurança da vacina CoronaVac, 94,7%... de mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram qualquer sinal adverso em relação à vacina CoronaVac”, disse Doria.

Também presente na coletiva, o chefe da Sinovac para a América Latina, Xing Han, disse que a expectativa é que os resultados dos ensaios clínicos de Fase 3 saiam daqui a um a dois meses.

O governador disse também que a potencial vacina mostrou eficácia de 98% em testes de etapas anteriores e que, no estudo brasileiro, até o momento nenhuma reação adversa foi registrada.

“Deveremos, por óbvio, aguardar a finalização desta terceira e última fase de testagem, os seus resultados e, obviamente, a aprovação da Anvisa. Mas já em dezembro, na segunda quinzena, poderemos iniciar a imunização de acordo com critérios de vacinação adotados pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e dentro do protocolo também do Ministério da Saúde”, disse.

Ele reiterou ainda que até outubro o Estado receberá 5 milhões de doses da candidata a vacina. O acordo do governo paulista com a Sinovac prevê um total de 60 milhões de doses da vacina até o final de fevereiro, que Doria disse ser suficiente para vacinar a população de São Paulo.

“Esperamos também que, com o sucesso da vacina de Oxford, da AstraZeneca, e outras vacinas o governo federal possa imunizar a totalidade dos brasileiros no menor prazo possível. Mas em São Paulo nós não perdemos tempo”, afirmou.

Estudo feito na China com 50.027 voluntários chineses, entre eles, funcionários da própria Sinovac, demonstrou que 5,36% das pessoas vacinadas apresentaram efeitos colaterais, todos sem gravidade: dor no local da aplicação (caso constatado em 3,08% dos voluntários), fadiga (1,53%) e febre leve (0,21%). Efeitos um pouco mais graves foram observados em 0,03% dos voluntários, tais como perda de apetite, dor de cabeça, fadiga e febre.

“Estudos clínicos comprovam a segurança da CoronaVac. Cerca de 94,7% dos mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram nenhum sintoma adverso em relação à CoronaVac. Os resultados na China mostraram baixo índice, de apenas 5,3%, de efeitos adversos e de baixa gravidade. A maioria destes casos apresentou apenas dor no local da aplicação da vacina. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas”, falou Doria.

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