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AGLOMERAÇÃO

Prefeitura pode controlar acesso a mercados e feiras por causa da aglomeração

Tâmara Albuquerque

06/04/2020 13h01 - Atualizado em 06/04/2020 13h01

Mercado da Produção
DivulgaçãoMercado da Produção

As medidas decretadas para frear a disseminação do novo Coronavírus não vão afetar, em Maceió, a tradição do almoço na próxima Sexta-feira da Paixão, 10. Feiras e mercados estão com o funcionamento normal nos finais de semana e ontem, domingo, as pessoas foram efetivamente às compras, despreocupadas com a exposição ao patógeno que já contaminou mais de 10 mil pessoas no país.

O distanciamento seguro entre as pessoas e o uso de máscaras faciais foram negligenciados pelos consumidores de Maceió nas feiras, apesar dos alertas feitos em carros de som à serviço da Secretaria Municipal do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes). A aglomeração foi grande e pode levar o poder público a adotar medidas de controle ao acesso em feiras e mercados.

Segundo o diretor de abastecimento da Comtabes, Jerson Santos, a população precisa se conscientizar do risco de contaminação e adotar comportamento seguro em feiras e mercados. Esses locais não foram incluídos no decreto governamental (nº 69.541) que restringiu o funcionamento das atividades comerciais para frear a disseminação do Cononavírus. 

Jeferson explica que medidas estão sendo adotadas para proteger a população e os permissionários nessas áreas, mas evitar a aglomeração é essencial. “Desde a terceira semana de março a Superintendência Municipal de Desenvolvimento Sustentável (SUDS) intensificou a limpeza grossa e desinfecção de espaços públicos, incluindo feiras e mercados, e a Semtabes faz a manutenção com a limpeza diária. Reduzimos em uma hora o funcionamento de mercados e há um trabalho educativo sobre prevenção ao coronavírus usando carros de som”, pontua. As medidas, no entanto, parecem ser insuficientes para evitar aglomerações. 

No final de semana, o Mercado da Produção, que vai completar 50 anos de existência e é um dos locais mais tradicionais para a venda do peixe, estava lotado de consumidores – sem máscaras – que foram garantir o pescado, o coco, hortaliças e verduras para o almoço do feriado. Jerson Santos avalia que o movimento no local caiu em cerca de cinco vezes em relação a igual período no ano passado, mas ainda assim, a aglomeração de pessoas é real.

Muita gente também esteve na feira e mercado do Jacintinho abastecendo a despensa e a geladeira para o feriadão, sem receio aparente de ser contaminado pelo Coronavírus. Na feirinha do Tabuleiro o movimento também foi grande. A movimentação chamou atenção de muita gente e movimentou as redes sociais com fotos e vídeos de locais lotados.

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