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FIM DE QUARENTENA

Comércio deve ser reaberto até o dia 7

José Fernando Martins

28/03/2020 10h10 - Atualizado em 28/03/2020 14h02

Comércio no Centro de Maceió
DivulgaçãoComércio no Centro de Maceió

Em áudio divulgado nas redes sociais, o presidente da Associação Comercial de Maceió Kennedy Calheiros divulgou, neste sábado, 28, quais possivelmente serão as mudanças do decreto estadual sobre a quarentena preventiva contra o Coronavírus.

Segundo Calheiros, uma reunião foi organizada na sede do governo com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Alagoas (Fiea) e da Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio).

"Foi fechado um acordo com o governador que todas as indústrias vão voltar ao normal até o dia 1º de abril. Estamos esperando a publicação [do decreto]", informou.

Bares e restaurantes, além do delivery, vão poder fazer até o dia 6 o "pegue e leve". "O consumidor poderá encomendar a refeição e pegar no restaurante. Isso desde que não haja aglomerações na porta", informou.

O setor de serviços, ainda conforme Kennedy Calheiros, deverá voltar ao normal. Já na questão do comércio, lojas de material para construção vão poder abrir as portas das 9h às 16h.

"Se tudo correr certo, no máximo, no dia 7, o comércio em geral vai voltar no mesmo horário". A reabertura poderá ser antecipada conforme os números de infectados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesau).

As medidas, conforme Calheiros, estão sendo tomadas em conjunto com demais estados do Nordeste.

Nota do governo estadual

A Secretaria de Estado da Comunicação de Alagoas informa que todas as medidas previstas no decreto emergencial continuam em vigor até o dia 30 de março. As precauções com base no isolamento social para evitar aglomerações e reduzir a circulação de pessoas seguem a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e autoridades médicas. A definição de novas medidas será alinhada com o Consórcio Nordeste, que defende a ciência como norteadora de ações preventivas e protetivas.

Sobre a evolução dessas medidas, os governadores nordestinos vão solicitar pronunciamento oficial do Conselho Federal de Medicina, Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde e Sociedade Brasileira de Infectologia, além do acompanhamento e orientação do Ministério Público Federal e do Ministério Público dos Estados.

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