Alagoas, 26 de maio de 2022 23º min 26º máx
WhatsApp (82) 9.9982-0322
ECONOMIA

Temendo desemprego em massa, Lyra pede que indústrias possam funcionar

Assessoria

28/03/2020 10h10 - Atualizado em 28/03/2020 10h10

O presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade
DivulgaçãoO presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), José Carlos Lyra de Andrade, reafirmou, na manhã de quarta-feira, 25, a preocupação do setor produtivo com os efeitos do isolamento social imposto pelo decreto nº 69.501, do governo estadual, que estabelece medidas para o enfrentamento da emergência de saúde pública provocada pelo novo Coronavírus. 

O líder empresarial, que tem o apoio dos presidentes de todos os sindicatos industriais de Alagoas, destaca a necessidade das medidas preventivas, mas teme que o excessivo rigor acabe provocando danos sociais de efeito incalculável.

Ele receia que a inatividade do setor produtivo tenha como maior conseqüência um abalo severo nas finanças das empresas, obrigando-as a adotar medidas drásticas de contenção de despesas após o longo período de máquinas paradas. “Não podemos fechar tudo. Há que se permitir o funcionamento das indústrias, assegurando que seus trabalhadores estejam protegidos” – defendeu José Carlos Lyra.

Retomada

Sem a retomada da produção, “o remédio será pior que a doença”, acrescenta o presidente da Federação das Indústrias de Alagoas. O empresário diz que é preciso combater o vírus, sem arruinar a economia e, conseqüentemente, o país.

“Temos que pensar agora como ficaremos quando tudo isso passar. Quem vai pagar a conta do desemprego provocado pelo fechamento de empresas? Ninguém pode ignorar que vai sofrer, como sempre, quem ficará sem trabalho!” – afirmou Lyra, ressaltando sua preocupação com medidas extremadas no combate ao Coronavírus.

Preocupação

Em Alagoas, o possível aumento das taxas de desemprego, causado pela suspensão da atividade econômica, poderá resultar no aumento dos índices de violência, no agravamento da pobreza, acrescenta.

“O que temos que pensar é que as empresas não estão produzindo. Se não produzem não têm receita, e assim não têm como pagar seu pessoal. Não é o que queremos! Portanto, apelamos para que as ações de enfrentamento ao Coronavírus não impliquem em prejuízos e riscos à indústria!” – declarou José Carlos Lyra.

Comentários
Curta o EXTRA no Facebook
Confira o nosso canal no YouTube
Siga-nos no Twitter
Siga-nos no Instagram Seguir </html>
Notamos que você possui
um ad-blocker ativo!

Produzir um conteúdo de qualidade exige recursos.

A publicidade é uma fonte importante de financiamento do nosso conteúdo.

Para continuar navegando, por favor desabilite seu bloqueador de anúncios.

publicidade