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CORRUPÇÃO EM RIO LARGO

Policiais civis fazem segurança do prefeito Gilberto Gonçalves de forma ilegal

José Fernando Martins

06/08/2022 14h02 - Atualizado em 06/08/2022 17h05

Conselho Estadual de Segurança diz que dupla deve ser investigada pela Corregedoria da PC
ReproduçãoConselho Estadual de Segurança diz que dupla deve ser investigada pela Corregedoria da PC

Os policiais civis flagrados pela Polícia Federal recebendo pacotes recheados de dinheiro – que teriam como destino o bolso do prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, em esquema de lavagem e pagamento de propina – devem ser investigados pela corregedoria da Polícia Civil. Waldo José Reis da Silva e Walter Souza de Araújo, conforme apuração da PF, trabalhavam como seguranças particulares de GG. Ocorre que aliar o cargo de policial a bicos de “guarda-costas” é uma prática proibida.

Um policial militar ou civil só pode atuar em segurança particular com a permissão do Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg), o que não aconteceu nesse caso. A informação é do presidente do conselho, o magistrado Maurício Brêda. Quando se sente ameaçada, uma figura pública – como prefeitos e parlamentares – pode acionar o Conseg para registrar um pedido de proteção, que será devidamente avaliado.

Ao EXTRA, Brêda afirmou que não houve nenhum pedido de proteção por parte de Gilberto Gonçalves ou da Prefeitura de Rio Largo e, caso a Corregedoria da Polícia Civil não investigue o caso, o Conseg terá que tomar as rédeas da situação a fim de apurar a suposta irregularidade por parte dos servidores.

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