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ECONOMIA

Mais de 15% dos desempregados em Alagoas desistiram de procurar trabalho

Dados foram revelados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

Bruno Fernandes

13/05/2022 15h03

Taxa média de desemprego em Alagoas, em 2022, foi de 14%
Agência BrasilTaxa média de desemprego em Alagoas, em 2022, foi de 14%

Alagoas apresentou uma taxa de 14,2% de desocupação, ficando em 7º lugar entre os estados do país, revelou nesta sexta-feira, 13, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em dados da PNAD Contínua referentes ao primeiro trimestre de 2022.

No trimestre passado, a taxa foi de 14,5%, ou seja, houve uma queda do número de desocupados no estado. No mesmo período, o estado também apresentou o segundo maior percentual de pessoas desalentadas (15,14%), que são as que desistiram de procurar emprego, diante das dificuldades. O Maranhão (15,8%) ficou em primeiro lugar.

Ainda no 1° trimestre de 2022, o número de desalentados no Brasil somou 4,6 milhões de pessoas. A maior quantidade foi na Bahia com 648 mil desalentados, ou 14,1% do contingente nacional. O percentual de desalentados, na comparação com a população na força de trabalho ou desalentada chegou a 4,1% nos primeiros três meses de 2022.

Desocupação no Brasil

A taxa de desemprego no Brasil ficou 11,1% no 1° trimestre de 2022, o que significa estabilidade na comparação com o 4º trimestre de 2021, quando registrou o mesmo percentual. Representa ainda queda de 3,8 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2021, quando atingiu 14,9%. Os dados estão incluídos no resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre anterior, a taxa de desocupação ficou estável em 26 unidades da Federação. De acordo com o IBGE, o único recuo foi no Amapá (3,3 pontos percentuais). Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a queda, contudo, não se deve ao aumento no número de pessoas ocupadas, mas a menor pressão das pessoas sem trabalho buscando ocupação no estado.

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