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SEM MEDICAMENTOS

Davi Filho acusa Estado de descaso com pacientes com glaucoma

Assessoria

11/05/2022 10h10 - Atualizado em 11/05/2022 15h03

Davi Filho diz que a Farmex não distribui os medicamentos e pacientes estão com sequelas
AssessoriaDavi Filho diz que a Farmex não distribui os medicamentos e pacientes estão com sequelas

“Há muito tempo o Governo de Alagoas abandonou o lado humano em benefício do concreto e do cimento”, denunciou, terça-feira, 10, o deputado Davi Filho, ao se referir aos pacientes com glaucoma em Alagoas. Segundo ele, ao tirar das clínicas a entrega da medicação às pessoas diagnosticadas com glaucoma, o estado burocratizou o tratamento e desumanizou o atendimento.

O parlamentar contou que anteriormente quem era diagnosticado com glaucoma, recebia nas clínicas a medicação, quatro colírios para impedir o desenvolvimento da doença nos olhos, evitando assim a cegueira.” Hoje em dia, a Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Farmex) é quem distribui os medicamentos. O problema é que a farmácia só distribui um dos colírios e o de preço mais barato no mercado”, informou Davi Filho.

“As pessoas que não têm condições de comprar os medicamentos ficam sem fazer o tratamento adequado, alguns desenvolvendo a doença com mais força e ficando cegos, um descaso total do estado”, reforçou o deputado. Davi Filho se reuniu com Rosa Davino, presidente da Funbrasil, senador Rodrigo Cunha (União Brasil), médica Eudócia Caldas e Allan Teixeira Barbosa, diretor do Instituto de Olhos de Maceió (IOM), para construírem alternativas para o atendimento mais humanizado aos pacientes com glaucoma.

O deputado cita, como exemplo, Bertolina dos Santos, que tem glaucoma. “Ela se sente humilhada pelo tratamento que o estado oferece”, disse Davi Filho, lembrando o depoimento dela sobre como enfrenta a doença na saúde pública do governo de Alagoas:

“A gente saia de casa as três horas da manhã pra ficar até as sete e meia, oito horas, pra pegar a ficha pra poder ter acesso e entrar. E as vezes passava mal por conta da hora que era muito cedo. Eu sofro de pressão alta, diabetes e coração. Todas as vezes que ia pra lá (na Farmex) era destratada. E sempre falavam que esse colírio (o recomendado pelo médico) não tinha”, desabafou Bertolina.

“Sempre foi o meu foco, ajudar as pessoas. Estamos abandonando o lado humano em benefício da burocracia. E vou sempre trabalhar para que todos, independente da sua classe social, raça ou credo, tenha um atendimento humanizado”, assegurou Davi Filho, que vai lutar para que a entrega da medicação volte a ser feita nas clínicas. “Basta de governos que brincam de saúde pública com a vida de milhares de pessoas que dependem do estado”, acrescentou o parlamentar.

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