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ECONOMIA

Maceió é a 3ª capital mais cara do Nordeste

Tamara Albuquerque

23/01/2022 11h11

Maceió ocupa o 14º lugar entre as capitais brasileiras mais caras
Secom/ALMaceió ocupa o 14º lugar entre as capitais brasileiras mais caras

Viver em Maceió custa caro e os preços de serviços e produtos podem pesar na escolha da cidade para quem está pensando em mudança de ares. Maceió ocupa hoje o 14º lugar entre as capitais brasileiras mais caras e é a 3ª do Nordeste onde a população precisa desembolsar mais recursos para ter acesso a itens básicos na alimentação, educação, lazer e transporte, por exemplo. 

O alagoano só paga menos por alguns itens quando se avalia o preço praticado em Recife (PE) e em Fortaleza (CE). A comparação do custo de vida em Maceió com a capital pernambucana nem sempre apontou a existência de vantagens para os moradores, mas atualmente uma pesquisa mostra que entre as duas cidades está mais barato viver na terra dos Marechais. Recife, pelo levantamento, é 3,7% mais cara que Maceió, segundo apontam os preços do site Custo de Vida, um serviço criado e que conta com a colaboração de pessoas comuns, que moram nas localidades pesquisadas. 

São mostrados preços mais altos e mais baixos para cada produto ou serviço. Os itens são divididos em seis tópicos (bar e restaurante, supermercado, transporte, utilidades, esporte e lazer, moradia) com os preços extraídos da média de todas as colaborações e a pesquisa é realizada de forma simples apontando os nomes das cidades cujo custo de vida será comparado. No topo da página, há um índice geral, uma nota atribuída à cidade — quanto menor, mais barato de se viver ali. É possível saber, por exemplo que o preço que se paga em um kitchnette em São Paulo aluga um vasto apartamento de três quartos no interior paranaense. A ferramenta é útil.

Comparando Maceió com Recife vamos encontrar preços mais baratos em itens como cerveja (garrafa e lata), no delicioso cafezinho, em produtos como leite, arroz, feijão e óleo de soja, no valor da passagem do transporte público, da bandeirada de taxi, da diarista de faxina, entre outros itens.

Chama a atenção que o alagoano paga mais barato pela gasolina (2,2%) em comparação ao recifense, pelo etanol (4,4% mais barato), estacionamento (67,3% a menos), o que indica ser grande desvantagem se deslocar de carro por Recife. Também é mais caro pagar o cinema, o ingresso para o jogo de futebol, a academia de musculação e o motel de luxo, que nesse caso custa 52,2% mais oneroso. O aluguel de imóveis também está em alta em relação ao mercado de Maceió, sendo 24,7% mais caro pagar por um kitchnette e 14% por um aparta[1]mento de dois quartos. Fica mais fácil, ainda, estudar em capital alagoana. No ensino médio, o valor é 8,3% mais baixo.

Leia a matéria na íntegra na edição atual do Jornal EXTRA, nas bancas!

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