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AUMENTO DE 60%

Justiça impede que Petrobras reajuste preço do GNV em Alagoas

José Fernando Martins com assessoria

14/01/2022 08h08 - Atualizado em 14/01/2022 08h08

Veículo abastecido com GNV
DivulgaçãoVeículo abastecido com GNV

O Estado de Alagoas conseguiu decisão liminar em favor do Gás de Alagoas S/A – Algás, negando o recurso da Petrobras que novamente impede reajuste do gás natural no estado.

A decisão foi tomada pela Desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, do Tribunal de Justiça de Alagoas, na quinta-feira, 13. 

Segundo o secretário da Fazenda de Alagoas (Sefaz), George Santoro, a sentença possibilitou uma economia de R$ 144 milhões só em janeiro para a Algás, mantendo as empresas que usam gás natural no estado de Alagoas.

"Isso representa a garantia de mais de 3.500 postos de trabalho. É muito importante para nossa economia poder funcionar e manter os empregos, através de ação judicial contra a Petrobras que queria aumentar em mais de 60% o preço do gás no estado”, informou.

Com isso, a Petrobras deverá manter o contrato de fornecimento de gás natural para Alagoas, com as mesmas condições de preço e faturamento previstos no contrato de compra e venda mantida entre as partes, dentre o período de 1º de janeiro de 2022, até a data do fechamento do contrato.

Aumento no GNV


A Algás entrou na Justiça contra a decisão da Petrobrás, depois que a estatal anunciou que a partir de 1º de janeiro de 2022 os novos contratos para fornecimento de gás natural sofrerá um reajuste de 50% no preço atual para o primeiro ano (US$ 12 por 1 milhão de BTUs). Esse valor continuará a subir a partir do segundo ano, sofrendo um reajuste de 30% sobre o valor praticado atualmente.

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