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ALAGOAS

Associação diz que PM possui 'grande' número de policiais com problemas psicológicos

Tamara Albuquerque

13/10/2021 19h07 - Atualizado em 13/10/2021 19h07

Sargento Alessandro  Oleszko
Reprodução/Redes SociaisSargento Alessandro Oleszko

A Polícia Militar de Alagoas possui um número grande de policiais com problemas psicológicos e que deveriam receber investimentos do Estado no cuidado à saúde mental. A afirmação é do presidente da  Associação de Cabos e Soldados em Alagoas (ACS/AL), sargento Nascimento. Segundo ele, a categoria está exposta diariamente a um nível de estresse "altíssimo" e clama por ajuda "inúmeras vezes".

A declaração do militar foi dada em nota oficial sobre a morte do também sargento Alessandro Oleszko, ocorrida nesta terça-feira (12), em Satuba, um dia após ele ter sido baleado por colegas, na própria casa, para ser contido. Oleszko tinha 45 anos e segundo a Polícia Militar, sofria com um surto psicótico.  

A família do militar estava revoltada no sepultamento que aconteceu no feriado de terça-feira (12) e discordava da conduta dos policiais que foram atender ao caso. Disseram, inclusive, que o tiro que matou a vítima atingiu a virilha e varou nas nádegas. No dia do ocorrido, os militares envolvidos haviam dito que o sargento foi ferido na perna.

Leia a nota oficial da ACS:

ACS/AL lamenta a morte do Sargento Oleszko e pede que Estado valorize a saúde dos profissionais da segurança pública

A Associação dos Cabos e Soldados em Alagoas (ACS/AL) lamenta a morte do Sargento Alessandro Oleszko, de 45 anos, que faleceu ontem (12) após se envolver em uma ocorrência.

A diretoria da entidade se solidariza à família do PM e sabe que a guarnição tomou as devidas precauções, usando os procedimentos possíveis e técnicas necessárias para manter a integridade dos envolvidos, mas infelizmente o Sargento, Alessandro Oleszko, veio a óbito.

Segundo o presidente da ACS/AL, Sargento Nascimento, infelizmente a Polícia Militar de Alagoas possui um número grande de profissionais com problemas psicológicos e o Estado necessita cuidar melhor deles, investindo em cuidados com a saúde mental. “Investir na saúde do militar é imprescindível para evitar consequências negativas. Somos expostos ao nível de estresse altíssimo e por inúmeras vezes membros da nossa tropa clamam por ajuda.

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