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PANDEMIA

Réveillon na orla de Maceió pode ser cancelado pelo 2º ano consecutivo

Indefinição sobre o evento coloca coloca secretários em lados opostos

Tamara Albuquerque

19/09/2021 10h10 - Atualizado em 19/09/2021 10h10

Prefeitura ainda não tem qualquer decisão sobre o  evento por causa da pandemia
DivulgaçãoPrefeitura ainda não tem qualquer decisão sobre o evento por causa da pandemia

População e turistas que estiverem na capital alagoana no final de dezembro não devem contar com o réveillon gratuito e aberto ao público na orla marítima para diversão este ano. O cenário que se estabelece em decorrência da pandemia, até o momento, não aponta para a realização dos grandes eventos públicos, apesar da redução no número de novos casos de coronavírus e de óbitos por covid-19 no estado.

Faltando apenas três meses para a festa que marca a passagem de ano e a tradicional queima de fogos, a Prefeitura de Maceió sequer tem uma definição sobre o assunto e as discussões, segundo a área da Comunicação do município, estão ainda em processo de construção.

O quadro de indefinições sobre os grandes eventos nos municípios é uma realidade em outras capitais brasileiras e impacta diretamente um dos pilares da economia, que é o Turismo. Além disso, os argumentos contra e a favor da realização dos eventos está promovendo divisão de interesses entre gestores públicos.

Enquanto a Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) não define sobre a festa da passagem do ano, a Secretaria Muni[1]Faltando três meses para a festa da virada de ano, Prefeitura ainda não tem qualquer decisão sobre o evento por causa da pandemia Réveillon na orla de Maceió pode ser cancelado pelo 2º ano consecutivo EFEITO CORONA mero de pessoas com o ciclo de vacinação incompleto e a indefinição sobre o comportamento da variante Delta do coronavírus.

No começo deste mês, mais de 31 mil pessoas haviam atrasado a 2ª dose da vacina, um número significativo e que comprometia a eficácia da campanha. Já a variante Delta, que causou uma avalanche de novos casos nos últimos meses em países da Ásia, Europa e Estados Unidos, parece agir de forma diferente no Brasil.

Mesmo após quatro meses da identificação dos primeiros casos, a variante Delta não provocou uma piora nas contaminações, nem nas internações e mortes. Os números apontados nos boletins municipais, estaduais e do próprio Ministério da Saúde, ao contrário, são declinantes. A Delta apareceu na Índia em dezembro e foi causar problemas em fevereiro. Em vários outros países onde apareceu, ela só efetivamente foi causar grandes problemas por volta de oito semanas depois. Mas no Brasil, ela não tem apresentado essa façanha. Se por um lado isso é bom, por outro essa “trégua” em relação ao contágio pela Delta tem deixado cientistas, médicos e o setor da saúde com uma pulga atrás da orelha.

Não é possível prever “quando” ou “se” vai ocorrer nova onda de covid-19 por causa da variante. Pelo sim, pelo não, os especialistas recomendam manter as medidas restritivas, entre as quais a não aglomeração. A respeito desse assunto, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Marcius Beltrão, lembra que para a realização de eventos e festividades de grande porte, é preciso acompanhar os decretos governamentais e as medidas de enfrenta[1]mento à covid-19. “Apesar do avanço da vacinação, por enquanto festas e eventos só estão liberados com o cumprimento de protocolos de higienização e distancia[1]mento aprovados pela OMS, com um número limitado de pessoas e o uso de máscaras”, reforça.





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